sábado, julho 29, 2006

Só pra contrariar



Me lembrei de um caso ocorrido a um tempo atrás e me reportei à letra desse samba gostoso do Grupo Fundo de Quintal...

Só pra contrariar
Eu não fui mais na favela
Só pra contrariar
Não desfilei na Portela
Só pra contrariar
Pus a cara na janela
Só pra contrariar
Eu não fiz amor com ela

Contrariei, sabendo que ainda era a mais bela
E tinha malandro ligado na dela
Que nunca deu bola, que nunca deu trela
Contrariei, revelando segredo que não se revela
Só pra contrariar, ela ainda é donzela

Só pra contrariar
Eu não fui mais na favela
Só pra contrariar
Não desfilei na Portela
Só pra contrariar
Pus a cara na janela
Só pra contrariar
Eu não fiz amor com ela

Contrariei, e acho que dei um bico na canela
Desprezando o que todo o mundo zela
Como tufo, jóia, escultura ou tela
Contrariei, mas essa castidade abri a fivela
Só pra contrariar - ela ainda é donzela

Só pra contrariar
Não desfilei na Portela
Só pra contrariar
Pus a cara na janela
Só pra contrariar
Eu não fiz amor com ela

sexta-feira, julho 28, 2006

Pot-pourri de pagodes

Estou postando a letra deste pot-pourri de sambas para decorar com mais facilidade porque é o que estou escutando direto no computador e no CD que eu gravei. Está no disco "Pela sombra", gravado pelo saudoso Mestre Marçal, em 1989.

Eis o link do rapidshare, para quem se interessar em baixar: http://rapidshare.de/files/27488121/MESTRE_MAR_AL_-_Pot-pourri_de_pagodes.mp3.html


Sofrimento (Chimbica)

Eu já não posso mais continuar vivendo assim
Já é demais o meu penar
Eu já estou no fim

Eu me lembrei com saudade
Da minha mocidade
Eu chorei, eu chorei

Chorei porque eu relembrei
Os velhos tempos da boemia
Hoje não posso mais
Levar a vida que eu vivia

Eu me lembrei com saudade
Da minha mocidade
Eu chorei, eu chorei

O remorso me condena (Ratinho - Monarco)

O remorso me condena
Às vezes de ti sinto pena
Muito embora não mereças compaixão
Magoaste um coração
Que te fez tanta bondade
Mas a tua falsidade nao merece meu perdão

Não, não, não adianta fingir
Já cansei de ouvir
Tens o dom de enganar
E se me fazes sorrir, amanhã vou sentir
Vou sofrer, vou chorar

Menino do morro (Damião - Cosme - Guga)

Aquele menino do morro me deixou saudade
Pobre de quem não conhece a felicidade

Como eu não conheci
Ele também não conhece
Só a saudade no peito dos dois aparece

Quando desci lá do morro
Quase que desci chorando
Com a saudade em meu peito aumentando

Quando eu fico pensando
Naquele pobre menino
Fico com o rosto molhado
E minhas lágrimas caindo

Quando eu fico pensando
Naquele pobre menino
Fico com o rosto molhado
E minhas lágrimas caindo

Saudade colorida (Sílvio da Silva - Silvinho da Portela)

Laiá laiá laiá laiá lalalaialaiá

Sei que vais resistir, Portela
Ao inesperado golpe do destino
Correu descendo ao divino
Perturbado e finito
O braço forte de seus carnavais

Num triste adeus para nunca mais } bis

(ele partiu)

Partiu deixando a saudade
O homem de um braço só de Madureira
A tristeza de azul e branco
Caiu das lágrimas rolou nos prantos
Chorou nos quatro cantos da cidade
Império Serrano, Salgueiro e Mangueira
Imperatriz, Beija flor e Padre Miguel
São Carlos, Em Cima da Hora e Vila Isabel

Foi decretado luto nas casas de bamba
Morreu Natal, o baluarte do samba

Laiá laiá laiá laiá lalalaialaiá

quinta-feira, julho 27, 2006

Corsários por toda parte

Retomar o curso da história. Navegar em mares bravios, revoltos. Estar à mercê de ondas gigantes e da turbulência oceânica. Navegar é para marinheiro. Não é o meu caso, mas quero acreditar que, ao término da viagem, poderei desembarcar em terra firme.

A viagem foi longa. Em certos momentos, ficou marcada pela incerteza, insegurança. Mais inseguro me senti quando atravessei uma longa tempestade. Nau à deriva, pensei que minha embarcação fosse virar. Pensei que fosse afundar e morrer nas profundezas marítimas, a milhas e milhas da costa. O mar não tem cabelos para que possamos nos segurar. Tive que me virar só. Completamente só.

Meu instinto de marinheiro me fez olhar pra trás e tentar encontrar respostas sobre como fui me meter naquela situação. Coração apertado, adrenalina a mil, o pensamento tão à toa, voou como na música de Lupicínio.

Logo depois da tempestade, veio a bonança. Tal como Noé, enxerguei uma pomba branca, garregando um galhinho de oliveira no bico. Estava a pouco de chegar em terra firme. A tempestade em alto-mar me ensinou muito. É necessário cuidar bem do nosso barco. Existem corsários em toda parte.

(não) Houve uma vez um verão

Acabei de constatar que o verão de 2005/2006 foi o meu pior verão desde que me conheço por gente.

SE UM DIA EU PUDESSE VER
MEU PASSADO INTEIRO
E FIZESSE PARAR DE CHOVER
NOS PRIMEIRO ERROS
(Primeiros erros - Kiko Zambianchi)

E eu que comecei o ano em ritmo de "Love generation"...

Dia do amigo

No dia 20 de julho, dia do amigo, recebi algumas mensagens legais. Legal que a gente pode contar com amigos, de vez em quando.

Bah, que vergonha...

Mais de uma semana sem postar nada no blog, que está atirado às moscas...

Tsc, tsc, tsc...

Mal, sapão. Mal...

segunda-feira, julho 17, 2006

Bom samaritano

Fui fazer um favor a uma pessoa conhecida: como ela estava precisando urgentemente de grana (quem não está?), me pediu pra trocar um cheque. Eu emprestaria o valor referente ao documento e, na seqüência, ela me pagaria.

Até aí, tudo bem. O brabo é que tudo isso aconteceu em FEVEREIRO deste ano. Quem me conhece sabe que eu, na medida do possível, sempre procuro ajudar os amigos e sempre deixei na consciência da pessoa para vir acertar o esquema comigo. Só que, de acordo com as regras bancárias, o cheque tem que ser descontado no banco até seis meses depois de ser assinado, senão perde a validade. E o prazo expira agora em agosto.

E o meu credor em questão já aconteceu de tudo com ele, ficou desempregado, teve doença na família, perdeu o telefone celular, etc. Isso é que dá querer bancar o bom samaritano.

sexta-feira, julho 14, 2006

Quase fui lhe procurar

Hoje eu baixei na net o disco O inimitável, do meu amigo Roberto Carlos, gravado em 1968, e que tem, entre outras pérolas do iê-iê-iê, músicas como "Eu te amo, te amo te amo", "Se você pensa", "Ciúme de você", "As canções que você fez pra mim".

No repertório deste disco do "Rei", uma que eu sempre gostei e que cantava desde criança é Quase fui lhe procurar. Uma canção linda. Adorei re-ouví-la. Caiu como uma luva. Aqui vai o link para baixá-la.

http://rapidshare.de/files/25868589/Quase_fui_lhe_procurar.mp3.html

Quase fui lhe procurar
autor: Getúlio Cortês
canta: Roberto Carlos

Eu pensei em lhe falar
Quase fui lhe procurar
Mas evitei, e aqui fiquei
Sofrendo tanto a esperar

Que um dia você por fim
Talvez voltasse para mim
Mas me enganei, então eu vi
O longo tempo que perdi

E agora, eu não sei mais por que
Não consigo lhe esquecer
Eu quero lhe pedir para deixar
Pelo menos, lhe encontrar pra dizer

Que errei
Mas se você me aceitar
Vou prometer
Recomeçar um grande amor
Que por tão pouco acabou, que por tão pouco acabou

Cenas palacianas IV

Dezembro de 2004. Um grupo de quatro assessores de imprensa foi a Torres acompanhar a autorização para o início das obras de duplicação da BR-101. A transporte era um Opala Comodoro ano 90, de cor preta, quatro portas.

Assim como tanto outros veículos que servem o Estado, esses carros - principalmente os que são direcionados ao pessoal da assessoria de imprensa - são muito exigidos. São automóveis que viajam diariamente em torno de 300 quilômetros. E são modelos antigos, com mais de oito anos. No caso do carro citado, ele já está na fita há mais de 16 anos. Não tem como não dar problema. Volta e meia fazem um pit-stop nas oficinas mecânicas conveniadas.


Saímos cedo do Palácio Piratini, às 8 da manhã, para chegarmos bem tranqüilos em Torres, afinal, o evento estava marcado para as 11 da manhã. Pegamos a Freeway e, logo em seguida, entramos na Estrada do Mar. Quando estamos na altura de Capão da Canoa, começa a vazar óleo do carro. Paramos numa oficina e o motora colocou três litros de óleo. Chegamos já com o carro seco em Torres.

O carro tinha um problema mecânico no motor - que não vou saber explicar - e por isso vazava óleo. Há quem diga que seria um problema de junta: junta tudo e bota fora...

Bom, pra resumir a ópera, para fazermos a viagem de volta, o motora tinha que parar o carro e colocar 3 latas de óleo a cada 15 km percorridos. É só fazer o cálculo: Torres-Porto Alegre tem 180 km de distância... Fizemos o percurso em QUATRO HORAS!!! Nunca uma viagem até Torres demorou tanto quanto naquele dia. O carro chegou em Poa e já foi descansar numa oficina.


Ah, o velho Comodoro continua na frota. Apesar de tudo isso.

Veranico de julho

Hoje amenizou um pouquinho o calorão. Ontem fez 32 graus em Poa, em pleno mês de julho. Hoje, com a chuva, a temperatura ficou nos 15 graus.

Não gosto do frio, mas também não curto esses dias de calor fora de época. Ainda mais aqui no Sul. Com um calor desses, quando entra uma massa de ar frio a temperatura despenca. Aqui é assim: 8 ou 80. E haja saúde...

segunda-feira, julho 10, 2006

As aventuras de um gaúcho-alemão na terra do foosball em 2006

Meu grande amigo Nelson Furtado, jornalista, ex-colega de Fabico (nos formamos juntos) e um cara super-hiper-ultra inteligente e gente fina vive há mais de 10 anos na Alemanha. Em Dortmund, mais precisamente. É casado com a Ulla, uma alemã da gema, e o casal tem duas filhas.

Pois o Nelson me mandou um e-mail com suas impressões sobre a Copa do Mundo, no melhor estilo bom observador que é. Como o Nelson é do tempo da carta, do envolope e do selo, a msg ficou meio extensa, mas editei e quero compartilhar com quem quiser ler. Pena que o Nelson voou para a Westfália logo após a nossa formatura. Um talento jornalístico que poderia estar brilhando aqui no lado debaixo do Mampituba.


Alô, Gerson, lenda viva do jornalismo gaúcho! Mal a gente pisca um olho e já se passou quase um mês desde o teu e-mail supimpa. É muito bom ter notícias tuas, dos colegas da Fabico e dos bastidores do poder.

Quando eu cheguei aqui, eu nada entendi. Epa. Não era plagiando que eu queria começar. A Alemanha me parecia um país muito diferente do Brasil. A medida que os anos vão se passando, me surprendo porém com os milhões de semelhanças. E nesta Copa do Mundo, finalmente a Alemanha, a sociedade, o povo, se portou um tanto quanto os brasileiros.

A Copa monopolizou as atenções. Pessoas que nunca na vida se interessaram por futebol, de repente, adornaram suas casas e seus carros com bandeirinhas e conversavam com desenvoltura sobre o jogo de ontem, o de anteontem e o de amanhã. Quer dizer, até a seleção alemã perder para a Itália em Dortmund, o principal assunto do país em todos os círculos sociais foi a Copa. Por sorte, Dortmund é a cidade da Copa. Não é porque eu tô aqui, mas é porque aqui tem a torcida mais fanática da Alemanha. Borussia na veia. A cidade foi sede de sete jogos e por aqui passaram dez seleções. E junto com os times, veio um contingente enorme de „turistas esportivos“ (expressão descoberta pelos jornais alemães).

A cidade especialmente decorada para o evento (não foram poupados esforços, tecnologia e euros) foi envovida numa atmosfera de eterna festa. Milhares de pessoas de países diferentes naquilo que dá para chamar de Fórum Futebolistico Mundial. E posso afirmar com certeza que o melhor da Copa acontece fora dos estádios. Além do encontro de gente diferente e falando outro idioma em cada canto da cidade, houve uma programação paralela para agradar qualquer gosto. Claro, para essa multidão tem que ser oferecido um vasto cardápio não só turístico-gastronômico mas também cultural. A Copa é o carnaval das culturas. Em meio a essa imensidão e essa multidão, tentei na medida do possível tomar parte da festa. Algumas vezes, em dias de jogos em Dortmund fomos no centro cidade para ver a agitação e o que as torcidas tem para oferecer visualmente. Suécia, Togo, Trinidad Tobago, Japão, Polônia, Ghana, cada país trás um tanto de sua cultura, da sua música e do seu modo de se comportar no exterior. Um simples passeio no centro repleto de gente diferente se torna uma grande aventura, quase como se a gente estivesso num filme ao vivo.

Moramos bem perto do estádio de futebol. Nas duas vezes que o Brasil jogou aqui, fui ali conferir o movimento da torcida. Não gostei. Os brasileiros que vieram para a Copa não sabem se comportar num país estrangeiro. Em geral, são arrogates e mal educados. Gritam palavrões, não entenderam o espírito da Copa. No fundo, a maior parte da pequena torcida brasileira é formada ou por brasileiros que vivem na Europa ou por abonados que viajam com o dinheiro da mesada do papai. Gente que pode ser despresada pois não retratam e nem representam o povo brasilieiro. No meio dos berros e da indecência destas turminhas, os legítimos brasilieros que por ventura conseguiram chegar aqui, desaparecem e não formam um número possível para que sejam identificados.

O Westfalenstadion tem capacidade para 65 mil pessoas. Posso garantir que nos jogos do Brasil, não haviam mais do que três mil brasileiros. Esses torcedores que a gente vê na televisão cobrindo o estádio de amarelo são alemães que compraram uma camiseta por dez euros e foram torcer para o Brasil. O único jogo que assisti no estádio foi Brasil e Ghana. Em nenhum momento a torcida apoiou o time com o grito „Brasil, Brasil“. Os alemães no estádio estavam entediados com o jogo e decepcionados com a seleção brasilera. A torcida de Ghana foi muito mais efetiva no apoio, fizeram muito mais pelo seu time que os „brasileiros“ pelo time do Pareira. Por sorte, aos atacantes de Ghana falta pontaria no chute a gol. Se não, o Brasil já poderia ter voltado para casa ainda mais cedo.

Quanto a torcida brasileira na Copa, a imprensa brasileira pinta um quadro que quase nada tem a ver com a realidade. Bom, a Copa é um assunto sem fim e eu apenas reproduzo aqui o sentimento geral momentâneo neste pedaço de mundo que me cerca. Assim como a grande maioria da população, eu acordo com a Copa, almoço com a Copa, tomo banho com a Copa, durmo com a Copa e sonho com a Copa. Só que agora a festa, porque não dizer, o devaneio, está terminando.

No próximo domingo estaremos entrando em férias, vamos passar vinte dias em Portugal. É a nossa primeira viagem com a pequena Luana (ela tem quase três anos). A última vez que atravessamos as fronteiras alemãs foi no ano dois mil, quando fomos para o Brasil. Até a volta.

E deixa o samba rolar na internet. Um grande abraço Nelson

Acho muito ridículo...

...aquilo que a Globo fez nos intervalos dos jogos da Copa. Os repórteres da emissora vão a um restaurante "italiano" na Freguesia do Ó, por exemplo, e mostram a "colônia italiana brasileira" torcendo pela squadra azurra. Depois, mostram torcedores "franceses" num restaurante ou bar de Belo Horizonte torcendo ou fingindo torcer pelos "le bleus"...

Aí ontem mostrou a "festa" da colônia italiana no Brasil pelo tetracampeonato da Itália... Que tremenda palhaçada! Essa claque global por acaso está se sentindo campeã do mundo? Quantos, dessa platéia pasteurizada verdadeiramente nasceram na Itália? Ou na França? Ou na Coréia do Sul? Ou no Togo?

Espetacularização da notícia ou então que o mundo inteiro vive no Brasil. Eu, que só queria acompanhar futebol, preferi várias vezes meu bom e velho radinho de pilha.

Forza, azzurra

Deu Itália. Nos pênaltis. Depois de 12 anos depois do Roberto Baggio chutar uma penalidade pra fora e dar o tetra pro Brasil.

E o jogo de ontem teve até chifrada do Zidane no peito de um beque italiano. Che cosa, bambino! Ganhou a aplicação, em detrimento do talento, mas o importante é o resultado.

sexta-feira, julho 07, 2006

Cara a cara

Já comentaram comigo que eu tenho o costume de NÃO olhar para as pessoas enquanto estou falando. Há quem diga que eu só não olho como ainda por cima desvio o olhar para o lado direito do meu interlocutor.

Nunca tinha me "arreparado" sobre isso. É a timidez. Ou, por uma questão prática, eu encaro a pessoa que está falando. Quando é a minha vez de falar, eu não encaro porque eu posso perder a concentração e deixo o olhar livre.

No aguardo...

Eu e a Lê estamos para conversar. Talvez amanhã. Ou durante o fim de semana. Situação estranha. O amor, separação, a vida da gente, enfim, tudo é muito estranho. O que vai acontecer? Não sei.

O dia em que a internet parou...

Ficamos o dia inteiro sem internet no palácio. Problemas com o provedor da Procergs. Parece que houve tentativa de roubo de cabos de fibra óptica... Que coisa. Bah, ficamos sem internet, sem e-mail e o pior, sem jogo de copa do mundo - que já está no finalzinho, infelizmente. Nem uma reprisezinha entre Coréia do Sul X Togo nem Arábia Saudita X Tunísia...

Como é que a gente conseguia trabalhar em jornalismo sem a bendita internet? Hoje, ficar sem acessar o cyberespaço é um troço que chega a dar uma afilção. Todos somos "mídiadependentes". Uns, mais. Outros, beeeem mais...

Ora, pois...

Pois é... não deu pros portuga. O Felipão fez muito em conseguir levar pra semifinal de uma copa do mundo aquele time rrrrruim de Portugal. Interessante que no jogo de ontem, eram 190 milhões de brasileiros torcendo para o técnico brasileiro e não pela seleção de um país europeu.

No sábado, a decisão do 3º lugar entre Alemanha X Portugal. Os alemães levam vantagem por jogarem em casa.

No domingo, Itália X França fazem a final da Copa 2006. A Itália mostrou ser um time sem brilho, mas aplicado. Mas o Zidane (que até as duas primeiras rodadas do torneio estava na fila no INSS) acordou e resolveu jogar e mostrar todo o requinte do seu futebol. Não será injustiça se os le bleus emplacarem um bi.

domingo, julho 02, 2006

Amanheceu, peguei a viola...

Manhã de domingo. Sete horas. Céu nublado, nuvens baixas, umidade e muito abafado.

Volto pra casa depois de uma noite boa, good company e o tunti-tunti ainda na cabeça. Desabo na cama e quando desperto já passam das três e meia da tarde. Ah, aquela keep-cooler não fez bem. Mas escutar elogios é muito bom. Eleva a auto-estima, que estava em frangalhos.

sábado, julho 01, 2006

Sábado à noite

Todo mundo espera alguma coisa
De um sábado à noite
Bem no fundo todo mundo quer zoar
Todo mundo pensa em ter
Uma vida da boa
Sábado à noite tudo pode mudar

Allez les bleus

Pois é, macacada verde e amarela... Num deu pá nóis. Ganharam os azuis. Os "les bleus".

Um a zero pra França, gol de Thierry Henry e Zizou Zidane deslizando em campo, parecendo uma gazela, bailando com encanto e leveza. O velhinho deu um show de bola.

Nunca vi a Seleção Brasileira tão apática, amorfa, desinteressada, sedada, patética. E nossas primas-donas não jogaram nada. O quadrado mágico virou trágico. Ronaldinho, Roberto Carlos, Cafu, Kaká parece que só jogam bem no Playstation e nos comerciais de tevê. Propagandas essas, aliás, que sumiram depois que o fracasso se consolidou. A publicidade é perversa. Se o time ganhar, o anunciante tem uma parcela de contribuição. Se o time perder, tira o reclame do ar e faz de conta que nem teve Copa do Mundo.

Agora, é torcer para o Felipão, que tirou leite de pedra ao classificar aquele timeco português pra lá de rrrrrrrrruim. Fazer o quê? Competência é competência.