Verdades, algumas meias-verdades e outras nem tão verdadeiras assim... O que importa é o que interessa e o que não interessa não importa. It's all true!!!
quinta-feira, novembro 30, 2006
segunda-feira, novembro 20, 2006
Feriado frustrado
Por falar nisso, hoje é feriado e dia de reflexão em mais de 200 municípios brasileiros. Em São Paulo, no Rio de Janeiro e na Bahia, entre outros. Menos no Rio Grande do Sul, no estado mais caucasiano do país, é claro.
Aqui no Sul, os imigrantes alemães e italianos têm o seu dia, em 25 de julho, comemorado com feriado e festividades nas regiões da Serra e no Vale do Sinos.
Já o 20 de novembro não vingou como feriado municipal nos pampas.
Aqui no Sul, os imigrantes alemães e italianos têm o seu dia, em 25 de julho, comemorado com feriado e festividades nas regiões da Serra e no Vale do Sinos.
Já o 20 de novembro não vingou como feriado municipal nos pampas.
E a tal "consciência negra"?
Para quem quer saber o que - exatamente - significa "consciência negra" encontrei este texto de autoria do advogado, compositor, filósofo e músico Nei Lopes. Melhor definição, impossível.
Consciência Negra é saber que, no Brasil de hoje, não existe ainda igualdade total entre os descendentes dos africanos que para cá vieram como escravos e os daqueles que vieram da Europa e da Ásia, como colonizadores e depois como imigrantes. Estes, já tiveram representantes em todos os escalões dos três poderes da República, inclusive na Presidência. E o povo negro, não!
Consciência Negra é compreender que isso acontece não por incapacidade intelectual ou de trabalho do povo negro e sim pelo que aconteceu após o fim da escravidão. Os ex-escravos foram "jogados fora", sem terra para plantar, sem emprego, sem teto - a não ser aqueles que permaneceram com seus antigos donos. E aqueles que já não eram mais ou não tinham sido escravos e ganhavam sua vida por conta própria foram perdendo seus lugares, até nas ocupações mais humildes, para os imigrantes que aqui chegavam.
Consciência Negra é entender que desde antes da escravidão criou-se uma literatura através da qual se infundiu na cabeça do brasileiro uma impressão irreal sobre o povo negro como um todo. De que nós somos feios, sujos e pouco inteligentes; que só queremos saber de festa e divertimento; que nossas religiões são infantis; que só somos bons para pegar no pesado, praticar esportes, fazer música e praticar sexo. E muitos negros acreditaram nisso.
Consciência Negra é aprender como negar isso tudo: estudando a História da África, desde o Egito, passando pelos grandes impérios oeste-africanos da Idade Média; tomando conhecimento de que as concepções religiosas africanas têm um profundo fundamento filosófico, como foi inclusive comprovados por padres europeus que as estudaram.
Consciência Negra é saber que o povo negro não resistiu passivamente à escravidão e usou de todos os meios ao seu alcance para se libertar. É saber também que houve negros que lucraram com o tráfico de escravos, a partir do século 17; mas que, essa modalidade de escravidão, foram os europeus que levaram para a África.
Consciência Negra é, hoje, perceber que os que lutam contra a adoção de políticas de ação afirmativa contra o racismo e a exclusão do povo negro (como a chamada "política de cotas") são pessoas que não querem perder os privilégios de que desfrutam, com o possível ingresso em seus "reinados" (caso de alguns professores universitários que fizeram carreira estudando o "problema do negro") de concorrentes até mais bem preparados, pela própria vivência do problema.
Consciência Negra é, enfim, entender que o conceito de "negro" é hoje um conceito político, que engloba pretos, pardos, mulatos (menos ou mais claros) desde que se aceitem como tal e estejam dispostos a dar um basta no que hoje se vê nas telenovelas, nas profissões mais lucrativas, nas gerências empresariais, nos altos escalões de decisão, nos espaços de prestígio e de formação de opinião, nos locais onde se concentra a renda nacional. E o que se vê nesses lugares e situações é um Brasil que não corresponde à realidade de sua população, na qual mais de 60% são descendentes, próximos ou não, dos africanos aqui escravizados.
Valeu, Zumbi!
Consciência Negra é saber que, no Brasil de hoje, não existe ainda igualdade total entre os descendentes dos africanos que para cá vieram como escravos e os daqueles que vieram da Europa e da Ásia, como colonizadores e depois como imigrantes. Estes, já tiveram representantes em todos os escalões dos três poderes da República, inclusive na Presidência. E o povo negro, não!
Consciência Negra é compreender que isso acontece não por incapacidade intelectual ou de trabalho do povo negro e sim pelo que aconteceu após o fim da escravidão. Os ex-escravos foram "jogados fora", sem terra para plantar, sem emprego, sem teto - a não ser aqueles que permaneceram com seus antigos donos. E aqueles que já não eram mais ou não tinham sido escravos e ganhavam sua vida por conta própria foram perdendo seus lugares, até nas ocupações mais humildes, para os imigrantes que aqui chegavam.
Consciência Negra é entender que desde antes da escravidão criou-se uma literatura através da qual se infundiu na cabeça do brasileiro uma impressão irreal sobre o povo negro como um todo. De que nós somos feios, sujos e pouco inteligentes; que só queremos saber de festa e divertimento; que nossas religiões são infantis; que só somos bons para pegar no pesado, praticar esportes, fazer música e praticar sexo. E muitos negros acreditaram nisso.
Consciência Negra é aprender como negar isso tudo: estudando a História da África, desde o Egito, passando pelos grandes impérios oeste-africanos da Idade Média; tomando conhecimento de que as concepções religiosas africanas têm um profundo fundamento filosófico, como foi inclusive comprovados por padres europeus que as estudaram.
Consciência Negra é saber que o povo negro não resistiu passivamente à escravidão e usou de todos os meios ao seu alcance para se libertar. É saber também que houve negros que lucraram com o tráfico de escravos, a partir do século 17; mas que, essa modalidade de escravidão, foram os europeus que levaram para a África.
Consciência Negra é, hoje, perceber que os que lutam contra a adoção de políticas de ação afirmativa contra o racismo e a exclusão do povo negro (como a chamada "política de cotas") são pessoas que não querem perder os privilégios de que desfrutam, com o possível ingresso em seus "reinados" (caso de alguns professores universitários que fizeram carreira estudando o "problema do negro") de concorrentes até mais bem preparados, pela própria vivência do problema.
Consciência Negra é, enfim, entender que o conceito de "negro" é hoje um conceito político, que engloba pretos, pardos, mulatos (menos ou mais claros) desde que se aceitem como tal e estejam dispostos a dar um basta no que hoje se vê nas telenovelas, nas profissões mais lucrativas, nas gerências empresariais, nos altos escalões de decisão, nos espaços de prestígio e de formação de opinião, nos locais onde se concentra a renda nacional. E o que se vê nesses lugares e situações é um Brasil que não corresponde à realidade de sua população, na qual mais de 60% são descendentes, próximos ou não, dos africanos aqui escravizados.
Valeu, Zumbi!
terça-feira, novembro 14, 2006
Semana de samba
Semana movimentada pra galera do samba. Pena que é tudo junto acontecendo quase ao mesmo tempo.
Na sexta, dia 11, estiveram aqui em Poa Zeca Pagodinho, Luis Carlos da Vila, Carlinhos de Jesus e a mostra de samba enredo para 2007.
Esta semana tem o Wantuir da Unidos da Tijuca e o Dominguinhos do Estácio, que está na Viradouro.
Tem vezes que não tem nada. E quando tem, é tudo na mesma hora.
Na sexta, dia 11, estiveram aqui em Poa Zeca Pagodinho, Luis Carlos da Vila, Carlinhos de Jesus e a mostra de samba enredo para 2007.
Esta semana tem o Wantuir da Unidos da Tijuca e o Dominguinhos do Estácio, que está na Viradouro.
Tem vezes que não tem nada. E quando tem, é tudo na mesma hora.
Feriado na quarta
Feriado em meio de semana é estranho. Pode soar engraçado alguém criticar uma folga em pleno dia útil. Tá, mas que é estranho um feriado na quarta-feira, é estranho. A semana fica diferente. Uma pausa bem no meio. Não dá pra pirar muito quando um feriado acontece na quarta.
Quando o feriado cai numa segunda ou sexta, já sabemos! A sabedoria chama isso de feriadão (feriado num dia útil + o fim de semana). Se cai numa terça ou numa quinta, eu acho bom. Tá bom, a gente trampa no dia ensanduichado (segunda ou sexta), mas a gente meio que consegue empurrar com a barriga. Mas na quartam, não se tem muita diversidade.
Pior mesmo é o feriado que cai no fim de semana. Se o feriado acontece no sábado, o fim de semana passa a ter, na verdade, dois domingos, porque o comércio fecha e a cidade fica deserta. Se cai num domingo, meu Deus! É chover no molhado, um feriado posto fora.
Mas vamos curtir essa folguinha do dia 15 de novembro (a última do ano, fora o indefectível 25 de Dezembro - Natal) e aproveitar da melhor maneira possível. Dormindo, passeando nas praças, visitando os amigos, namorando, lendo um bom livro, escutando um bom CD, assistindo um bom filme. Ou simplesmente a melhor de todas as diversões: vivendo.
Quando o feriado cai numa segunda ou sexta, já sabemos! A sabedoria chama isso de feriadão (feriado num dia útil + o fim de semana). Se cai numa terça ou numa quinta, eu acho bom. Tá bom, a gente trampa no dia ensanduichado (segunda ou sexta), mas a gente meio que consegue empurrar com a barriga. Mas na quartam, não se tem muita diversidade.
Pior mesmo é o feriado que cai no fim de semana. Se o feriado acontece no sábado, o fim de semana passa a ter, na verdade, dois domingos, porque o comércio fecha e a cidade fica deserta. Se cai num domingo, meu Deus! É chover no molhado, um feriado posto fora.
Mas vamos curtir essa folguinha do dia 15 de novembro (a última do ano, fora o indefectível 25 de Dezembro - Natal) e aproveitar da melhor maneira possível. Dormindo, passeando nas praças, visitando os amigos, namorando, lendo um bom livro, escutando um bom CD, assistindo um bom filme. Ou simplesmente a melhor de todas as diversões: vivendo.
sexta-feira, novembro 10, 2006
Por que "afoxé"?
Um conhecido me perguntou o significa o "afoxé" no endereço do "Blog du Brisa"...
Bem, os nomes que eu dou para as minhas coisas não são tão originais assim devido à minha fértil imaginação. Acho que é mais pelo inusitado da coisa.
O afoxé tem três significados. Pode ser um ritmo, um instrumento musical e tem um significado religioso.
No ritmo, o afoxé em alguns lugares também é conhecido como Igexá. Afoxé é um ritmo do candomblé. A marcação do agogô é sua batida característica, tornando esse ritmo facilmente identificável. O Afoxé se tornou popular, principalmente pela atuação do grupo baiano Filhos de Gandi. Cantores renomados como Gilberto Gil, Clara Nunes, Maria Bethânia e Caetano Veloso também interpretam afoxés, contrubuindo também para a difusão do ritmo.
O afoxé instrumento musical é composto de uma cabaça pequena redonda, recoberta com uma rede de bolinhas de plástico. Pode ser de madeira e/ou plástico com miçangas ou contas ao redor de seu corpo. O som é produzido quando se gira as miçangas em um sentido, e a extremidade do instrumento (o cabo) no sentido oposto. Antigamente era tocado apenas em centros de umbanda e no samba. Atualmente, o afoxé ganhou espaço no reggae, música pop e na chamada "axé music".
E na questão religiosa, o afoxé, também chamado de "candomblé de rua" - é um cortejo de rua que sai durante o carnaval. Sua origem remonta a uma tradição milenar africana: os caminhos sagrados para chegar aos orixás. As principais características são as roupas, nas cores destas divindades africanas, as cantigas em dialeto iorubá, instrumentos de percussão, atabaques, agogôs, afoxés e xequerês. Podem ser encontrados no carnaval da Bahia, em Salvador, e nas cidades de Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.
Quando eu estava procurando um nome para o blog, eu estava escutando um antigo samba enredo, de uma escola de samba de Niterói chamada Acadêmicos do Cubango. O nome do samba era justamente "Afoxé", um belíssimo samba. Achei legal o nome, oportuno e aí está.
Quem quiser conferir o "samba que deu origem à série", estejam à vontade...
http://rapidshare.com/files/2722853/cubango1979.mp3
Autores: Heraldo Faria e João Belém
Abrindo o portão imaginário
Do longínquo solo africano
A Cubango traz para o cenário
Afoxé, tema original
Do reino de Oloxum
Na festa de Domurixá
Em homenagem a Oxun
Deusa da nação Ijexá
Onde a figura principal
Era o boneco Babalotim
Mensageiro da alegria, da força do axé
Um ídolo menino, levado por menino em sua fé
E assim teve origem o afoxé
Afoxé lorin, é lorin
Afoxé loriô, é loriô
Nesta festa desfilavam com riquezas
Os soberanos orientais
O advinho joga búzios com presteza
Desvendando o futuro e o que ficou pra traz
Tem as cortes dos Reis Lobossi e Obá Alaké
Xangô em seu camelo sagrado
Esta é a história do afoxé
Que hoje desfila pelas ruas em rituais
Louvando os orixás
Ofi la laê, Olê loá
Ofi la laê, Olê loá
Bem, os nomes que eu dou para as minhas coisas não são tão originais assim devido à minha fértil imaginação. Acho que é mais pelo inusitado da coisa.
O afoxé tem três significados. Pode ser um ritmo, um instrumento musical e tem um significado religioso.
No ritmo, o afoxé em alguns lugares também é conhecido como Igexá. Afoxé é um ritmo do candomblé. A marcação do agogô é sua batida característica, tornando esse ritmo facilmente identificável. O Afoxé se tornou popular, principalmente pela atuação do grupo baiano Filhos de Gandi. Cantores renomados como Gilberto Gil, Clara Nunes, Maria Bethânia e Caetano Veloso também interpretam afoxés, contrubuindo também para a difusão do ritmo.
O afoxé instrumento musical é composto de uma cabaça pequena redonda, recoberta com uma rede de bolinhas de plástico. Pode ser de madeira e/ou plástico com miçangas ou contas ao redor de seu corpo. O som é produzido quando se gira as miçangas em um sentido, e a extremidade do instrumento (o cabo) no sentido oposto. Antigamente era tocado apenas em centros de umbanda e no samba. Atualmente, o afoxé ganhou espaço no reggae, música pop e na chamada "axé music".
E na questão religiosa, o afoxé, também chamado de "candomblé de rua" - é um cortejo de rua que sai durante o carnaval. Sua origem remonta a uma tradição milenar africana: os caminhos sagrados para chegar aos orixás. As principais características são as roupas, nas cores destas divindades africanas, as cantigas em dialeto iorubá, instrumentos de percussão, atabaques, agogôs, afoxés e xequerês. Podem ser encontrados no carnaval da Bahia, em Salvador, e nas cidades de Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.
Quando eu estava procurando um nome para o blog, eu estava escutando um antigo samba enredo, de uma escola de samba de Niterói chamada Acadêmicos do Cubango. O nome do samba era justamente "Afoxé", um belíssimo samba. Achei legal o nome, oportuno e aí está.
Quem quiser conferir o "samba que deu origem à série", estejam à vontade...
http://rapidshare.com/files/2722853/cubango1979.mp3
Autores: Heraldo Faria e João Belém
Abrindo o portão imaginário
Do longínquo solo africano
A Cubango traz para o cenário
Afoxé, tema original
Do reino de Oloxum
Na festa de Domurixá
Em homenagem a Oxun
Deusa da nação Ijexá
Onde a figura principal
Era o boneco Babalotim
Mensageiro da alegria, da força do axé
Um ídolo menino, levado por menino em sua fé
E assim teve origem o afoxé
Afoxé lorin, é lorin
Afoxé loriô, é loriô
Nesta festa desfilavam com riquezas
Os soberanos orientais
O advinho joga búzios com presteza
Desvendando o futuro e o que ficou pra traz
Tem as cortes dos Reis Lobossi e Obá Alaké
Xangô em seu camelo sagrado
Esta é a história do afoxé
Que hoje desfila pelas ruas em rituais
Louvando os orixás
Ofi la laê, Olê loá
Ofi la laê, Olê loá
quarta-feira, novembro 08, 2006
Ah, a tal liberdade não existe...
Dias atrás comecei a filosofar. Mas então: o que vem a ser essa tal de liberdade? Alguém é possível ser totalmente livre? Nunca vi ninguém vestindo uma t-shirt com os dizeres: 100% FREE. Também, e se eu encontasse, iria querer saber qual a fórmula mágica para se atingir tal estado.
Nunca estamos totalmente livres. Estamos presos a relacionamentos (namoro, noivado, casamento) ou a ausência destes (separação, divórcio). Não por acaso, nos envolvemos em "laços" afetivos, o que já determina as amarras. Estamos presos a quem está aí e a quem já se foi. Estamos presos à saudade. Estamos presos à necessidade de trabalhar, produzir e labutar. Estamos presos ao cartão de crédito. Estamos presos aos impostos. Estamos presos às regras impostas para conviver em sociedade. Alguns estão presos ao fumo e à bebida. Outros estão presos ao sexo.
Um amigo doidão que eu tive uma vez me disse que, para se libertar, ele viajava, fazendo a cabeça. No entanto, ficou incorrigivelmente preso às drogas. Deve ser uma tristeza viver preso a uma cama de hospital. Deus nos livre! Ou presos às ferragens de um automóvel após um acidente. Igualmente ruim seria viver preso a correntes, gaiolas ou coleiras.
Creio que a liberdade plena é um prêmio a ser conquistado, mas que se mostra inacessível.
Nunca estamos totalmente livres. Estamos presos a relacionamentos (namoro, noivado, casamento) ou a ausência destes (separação, divórcio). Não por acaso, nos envolvemos em "laços" afetivos, o que já determina as amarras. Estamos presos a quem está aí e a quem já se foi. Estamos presos à saudade. Estamos presos à necessidade de trabalhar, produzir e labutar. Estamos presos ao cartão de crédito. Estamos presos aos impostos. Estamos presos às regras impostas para conviver em sociedade. Alguns estão presos ao fumo e à bebida. Outros estão presos ao sexo.
Um amigo doidão que eu tive uma vez me disse que, para se libertar, ele viajava, fazendo a cabeça. No entanto, ficou incorrigivelmente preso às drogas. Deve ser uma tristeza viver preso a uma cama de hospital. Deus nos livre! Ou presos às ferragens de um automóvel após um acidente. Igualmente ruim seria viver preso a correntes, gaiolas ou coleiras.
Creio que a liberdade plena é um prêmio a ser conquistado, mas que se mostra inacessível.
domingo, outubro 29, 2006
Agora é com a paulistinha
Não deu pro bigode aqui. O eleitor gaúcho é sábio. Se vacilou no primeiro turno, não iria vacilar no segundo. Vamos ver como será o "jeito novo de governar".
quarta-feira, outubro 04, 2006
Acabou setembro
Ufa! Finalmente passou o mês de setembro. Já postei aqui que não simpatizo muito com esse mês. Apesar de que houve rescaldo setembrino com a tragédia nas eleições do dia 1º de outubro. Mas é isso aí. Vamos em frente. Passarinho que anda com morcego acaba dormindo de cabeça pra baixo.
Pois é, não deu...
E não deu pro número 15 aqui no Estado.
Acho que não é hora de caçar as bruxas nem de bancar o profeta do acontecido, mas é importante constatar que houve equívocos na condução do processo da candidatura majoritária aqui no Estado. Ah, isso houve.
Só pra lembrar: pesquisa não ganha eleição. Jogo é jogo, treino é treino, já diziam os filósofos do futebol e isso pode servir também à política. Achar que o pleito já estava no papo foi um dos equívocos.
Agora, orientar os correligionários para que se votasse num terceiro candidato para anular a possibilidade de um outro oposicionista foi uma baita idéia de jerico, uma imbecilidade tamanha. Resultado: faltou voto para chegar no 2º turno e tentar a reeleição. Que isso sirva de lição.
Agora, é tocar o barco. Afinal, a vida continua.
Acho que não é hora de caçar as bruxas nem de bancar o profeta do acontecido, mas é importante constatar que houve equívocos na condução do processo da candidatura majoritária aqui no Estado. Ah, isso houve.
Só pra lembrar: pesquisa não ganha eleição. Jogo é jogo, treino é treino, já diziam os filósofos do futebol e isso pode servir também à política. Achar que o pleito já estava no papo foi um dos equívocos.
Agora, orientar os correligionários para que se votasse num terceiro candidato para anular a possibilidade de um outro oposicionista foi uma baita idéia de jerico, uma imbecilidade tamanha. Resultado: faltou voto para chegar no 2º turno e tentar a reeleição. Que isso sirva de lição.
Agora, é tocar o barco. Afinal, a vida continua.
segunda-feira, setembro 25, 2006
Porque é proibido pisar na grama
Volta e meia eu escuto essa música do Jorge Ben Jor na Rádio Ipanema FM. O Alemão Vitor sempre programa esse som maravilhoso. Esta música está no disco "Negro é lindo", de 1971. E acho que é bem a minha cara.
Porque é proibido pisar na grama
Acordei com uma vontade de saber como eu ia
E como ia meu mundo
Descobri que além de ser um anjo eu tenho cinco inimigos
Preciso de uma casa para minha velhice
Porém preciso de dinheiro pra fazer investimentos
Preciso às vezes ser durão
Pois eu sou muito sentimental meu amor
Preciso falar com alguém que precise de alguém
Prá falar também
Preciso mandar um cartão postal para o exterior
Prá meu amigo Big Joney
Preciso falar com aquela menina de rosa
Pois preciso de inspiração
Preciso ver uma vitória do meu time
Se for possível vê-lo campeão
Preciso ter fé em Deus
E me cuidar e olhar minha família
Preciso de carinho pois eu quero ser compreendido
Preciso saber que dia e hora ela passa por aqui
E se ela ainda gosta de mim
Preciso saber urgentemente
Porque é proibido pisar na grama
http://rapidshare.de/files/34434982/Jorge_Ben_Jor_-_Porque___Proibido_Pisar_Na_Grama.mp3.html
Porque é proibido pisar na grama
Acordei com uma vontade de saber como eu ia
E como ia meu mundo
Descobri que além de ser um anjo eu tenho cinco inimigos
Preciso de uma casa para minha velhice
Porém preciso de dinheiro pra fazer investimentos
Preciso às vezes ser durão
Pois eu sou muito sentimental meu amor
Preciso falar com alguém que precise de alguém
Prá falar também
Preciso mandar um cartão postal para o exterior
Prá meu amigo Big Joney
Preciso falar com aquela menina de rosa
Pois preciso de inspiração
Preciso ver uma vitória do meu time
Se for possível vê-lo campeão
Preciso ter fé em Deus
E me cuidar e olhar minha família
Preciso de carinho pois eu quero ser compreendido
Preciso saber que dia e hora ela passa por aqui
E se ela ainda gosta de mim
Preciso saber urgentemente
Porque é proibido pisar na grama
http://rapidshare.de/files/34434982/Jorge_Ben_Jor_-_Porque___Proibido_Pisar_Na_Grama.mp3.html
Mazahhhhh...
Dia 20 de Setembro é o dia do carnaval dos gaúchos.
Como o pessoal daqui se manda para o litoral ou para Santa Catarina durante o tríduo de Momo, o tal do 20 de Setembro é a data aclamada para manifestar o orgulho pela terra. É dia de se fantasiar de gaúcho. É dia de vestir bombachas, amarrar um lenço no pescoço, tomar chimarrão, beber trago, arriscar uns passos de chula, vanera ou xote, falar o mais legítmo palavreado taura e, se for possível, até tentar subir no lombo de um tordilho.
Não tenho nada contra (eu até me sinto comovido ao ver tanta paixão que o pessoal demonstra ao comemorar a Revolução Farropilha, que, na real, foi uma guerra perdida), mas eu não me sinto menos gaúcho por não freqüentar aquele acampamento embarrado lá no Parque da Harmonia nem por não saber montar a cavalo - um bicho cuja manutenção acaba sendo mais cara do que a de um automóvel.
E o dia 20 foi um dia loooongo pra mim. Começou na noite do dia 19, já que a Lê estava de aniversário na quarta e, junto com amigos, fomos comemorar o cumpleaños da minha namorada no Dublin Irish Pub, na Calçada da Fama. Ficamos lá até umas 3 da manhã. Fui dormir às 4 e às 7:40 já estava de pé. Às 8:30 eu estava bonitinho lá na cabine montada junto ao palanque oficial da Avenida Perimetral para transmitir o Desfile Farroupilha junto com a galera lá do estúdio de rádio do Palácio. Conduzi a primeira parte da transmissão, narrando o desfile cívico-militar. E a chuva começou a cair forte no meio da manhã durante o desfile temático. A transmissão acabou pouco depois do meio-dia.
Voltei pra casa da Lê, almocei com a família dela e cochilei um pouco. Mas a missão do dia ainda não tinha acabado por aí. O despertador do celular tocou às 15:30. Hora de levantar e dar uma de militante. Os CCs do Palácio foram "convidados" a ajudar o pessoal da campanha no comitê central. Fui lá e passei algumas horas agradáveis enrolando bandeiras de plásticos com cordinhas de elástico e grampeando pano nos paus das bandeiras. Uma maneira bem legal de fazer a higiene mental. Pelo menos escutei no radinho a vitória do tricolor por 4 a 0 em cima da Ponte Preta.
E em homenagem ao Vinte de Setembro, o precursor da liberdade, tem esse videozinho que está no You Tube que é um sarro.
http://www.youtube.com/watch?v=vNyVrexNzJQ
sábado, setembro 16, 2006
Time is on my side
Ter um tempo só pra gente é preciso. Mais do que isso: é IMPRESCINDÍVEL!!! Estou há dias querendo marcar consulta médica e não consigo. Estou há dias querendo cortar o cabelo e não consigo. Estou há dias querendo pagar um carnê de loja e não consigo. Estou há dias precisando comprar uma roupa e não consigo. Estou há dias tentando ver quais são os problemas que prejudicam o meu carro e não consigo. Que sufoco!
Sempre tem coisas mais urgentes para fazer no trabalho. Chego de manhã cedo no trabalho. Saio de lá já praticamente de noite e a Lê quer atenção (e ai de mim se não der). Só vou chegar em casa depois das 10 da noite. Cansado, podre e não poucas vezes irritado. É frustrante querer fazer coisas e não conseguir executá-las.
Só ao chegar em casa tarde da noite é que eu vou "tirar o meu dia do corpo", tomar um belo dum banho - quase um ato de exorcismo -, ter direito de ler alguma coisa que me agrade, ouvir uma música que me agrade, assistir pela tevê um programa que me agrade, jantar e ler uns e-mails. No entanto, quando eu olho pro relógio levo um susto: já passou da meia-noite, é quase uma da manhã, e antes que querer ir dormir já tenho que pensar que horas terei que acordar. Se cedo ou mais cedo ainda. Afinal, eu me pergunto: qual é o tempo que eu tenho pra mim?
É tão pouco tempo que eu até me admiro em ter arranjado estes minutos para escrever este texto.
Sempre tem coisas mais urgentes para fazer no trabalho. Chego de manhã cedo no trabalho. Saio de lá já praticamente de noite e a Lê quer atenção (e ai de mim se não der). Só vou chegar em casa depois das 10 da noite. Cansado, podre e não poucas vezes irritado. É frustrante querer fazer coisas e não conseguir executá-las.
Só ao chegar em casa tarde da noite é que eu vou "tirar o meu dia do corpo", tomar um belo dum banho - quase um ato de exorcismo -, ter direito de ler alguma coisa que me agrade, ouvir uma música que me agrade, assistir pela tevê um programa que me agrade, jantar e ler uns e-mails. No entanto, quando eu olho pro relógio levo um susto: já passou da meia-noite, é quase uma da manhã, e antes que querer ir dormir já tenho que pensar que horas terei que acordar. Se cedo ou mais cedo ainda. Afinal, eu me pergunto: qual é o tempo que eu tenho pra mim?
É tão pouco tempo que eu até me admiro em ter arranjado estes minutos para escrever este texto.
Eu presto atenção no que eles dizem, mas eles não dizem nada...ye-yeah
Estamos a exatos três domingos das eleições. O horário eleitoral gratuito em rádio e tevê já está a todo vapor e é o mesmo bla-bla-blá de sempre. Os caras fazem promessas mirabolantes, se xingam, mentem oceanicamente e fica sempre a "lesma lerda".
E entre os termos favoritos de Suas Excelências, os Candidatos estão os manjados e ultradesgastados cidadania, justiça social, geração de emprego e renda, democracia, inclusão social, entre outros. E dê-lhe mensalões, sanguessugas, aviões luxuosos e outras falcatruas. E o povo? Ah, o povo...
O povo que se lixe, madrugando nos postos de saúde pra conseguir uma ficha para consulta. Que se lixe com a avalanche de impostos que lhe são impostos (perdoem-me a "redundância pleonástica" hehehe). Que se lixem os professores com seus baixos salários. Que se lixe a nossa (in)segurança pública.
Todas as ideologias e tendências políticas já se alternaram no Município, no Estado e no País. E continuamos tão Terceiro Mundo quanto antes. E com acesso garantido pro Quarto Mundo. Não levo fé nenhuma em nada, mas dia 1º de outubro está aí. É dia de saudarmos a Festa da Democracia. E torcer para que não choremos nos próximos quatro anos.
E entre os termos favoritos de Suas Excelências, os Candidatos estão os manjados e ultradesgastados cidadania, justiça social, geração de emprego e renda, democracia, inclusão social, entre outros. E dê-lhe mensalões, sanguessugas, aviões luxuosos e outras falcatruas. E o povo? Ah, o povo...
O povo que se lixe, madrugando nos postos de saúde pra conseguir uma ficha para consulta. Que se lixe com a avalanche de impostos que lhe são impostos (perdoem-me a "redundância pleonástica" hehehe). Que se lixem os professores com seus baixos salários. Que se lixe a nossa (in)segurança pública.
Todas as ideologias e tendências políticas já se alternaram no Município, no Estado e no País. E continuamos tão Terceiro Mundo quanto antes. E com acesso garantido pro Quarto Mundo. Não levo fé nenhuma em nada, mas dia 1º de outubro está aí. É dia de saudarmos a Festa da Democracia. E torcer para que não choremos nos próximos quatro anos.
Muuuuuuuuuu
Só pra deixar registrado que até que gostei de trabalhar na Expointer deste ano. E olha que não teve assim nada de especial. Fluiu bem... sei lá.
E olha que eu só vou para lá porque "tem que". E já são seis anos seguidos que eu vou pro Parque de Esteio. Nos anos anteriores eu amaldiçoava o lugar dizendo que seriam oito dias que pareceriam oito meses, que eu odiaria pisar nas bostas das vacas e passar escutando gauderian music o tempo inteiro. Fora o estresse de ter que manter o olho no relógio para sair do parque até às 19h e estar em Porto Alegre antes das 20h pra não ter o desprazer de encontrar fechada a garagem em que eu guardo o carro. Putz, uma garagem que cerra as portas às oito da noite. É fantástico, mas é verdade.
E dê-lhe almoçar carne todo dia. É bom, mas desde que terminou a feira, estou preferindo comer peixes e frangos. Quero manter o organismo saudável e mirar lá na frente, afinal, o verão é logo ali, daqui a três meses.
E olha que eu só vou para lá porque "tem que". E já são seis anos seguidos que eu vou pro Parque de Esteio. Nos anos anteriores eu amaldiçoava o lugar dizendo que seriam oito dias que pareceriam oito meses, que eu odiaria pisar nas bostas das vacas e passar escutando gauderian music o tempo inteiro. Fora o estresse de ter que manter o olho no relógio para sair do parque até às 19h e estar em Porto Alegre antes das 20h pra não ter o desprazer de encontrar fechada a garagem em que eu guardo o carro. Putz, uma garagem que cerra as portas às oito da noite. É fantástico, mas é verdade.
E dê-lhe almoçar carne todo dia. É bom, mas desde que terminou a feira, estou preferindo comer peixes e frangos. Quero manter o organismo saudável e mirar lá na frente, afinal, o verão é logo ali, daqui a três meses.
De luto, mas com belas lembranças
Fiquei perplexo com a notícia. Eu estava voltando da casa da Lê no domingo (10) à noite quando a Lu Medeiros me liga:
- Brisa, tu tá dirigindo?
Respondi que sim, que ela poderia falar, pois apesar de estar dirigindo, onde eu estava praticamente não tinha movimento na rua. Acertadamente, a Lu pede:
- Ah, não Brisa! Ou pára o carro ou tu me liga quando chegares.
Como eu fico muito ansioso em querer saber das notícias e não gosto dessas coisas de "depois a gente conversa", encostei o carro:
- Pronto, Lu. Pode falar.
- Brisa, o Luciano Bauermann faleceu.
Foi como se eu tivesse recebido uma porrada. Puxa, o Alemão? Mas assim, no mais? Eu fiquei sabendo umas semanas antes que ele estava internado com pneumonia lá em Fortaleza, onde ele estava morando há dois anos, já que estava fazendo mestrado em Economia. E agora esta notícia...Putz!
O Luciano que eu conheci era irriquieto, esparrento, "meio" atrapalhado, engraçado e com uma excelente índole.Quem trabalhou na Band lá pelos idos de 1995-97 se lembra dos berros que o Alemão dava quando ele era rádio-escuta. Ou quando ele "enquadrou" as até então tímidas estagiárias Alessandra Mello e Paula Coutinho e as fez dar o boletim ao vivo no microfone do estúdio. Ou quando ele travava discussões homéricas com o João Garcia, quando produzia o programa do Bola Cheia. E o Luciano discutindo futebol?
E quem não deu risada ao escutar o Luciano contar suas histórias? Entre as clássicas, estava a de quando ele trancou o tênis na escada rolante do Iguatemi e a direção do shopping teve que interditar o equipamento pra tirar o calçado trancado do Alemão. Ou o assalto que sofreu de dois pivetes que lhe tiraram os tênis em plena rua, à luz do dia, e ele teve que voltar pra casa só de meias?
E quando o Luciano viajou para morar no Ceará, enviava e-mails no melhor estilo "As Aventuras de Bauermann em crise no Nordeste". Eu me mijava de tanto rir quando ele descrevia os mosquitos que o picavam de noite:
"Pô, Brisa. Eram mosquitos marrons com as perninhas pintadas de branco. Nunca vi isso aí no Sul. Será que são da dengue?"
Pô, véio. Que sacanagem tu ter ido, assim, cara, sem pedir permissão pros teus amigos. Nós vamos sentir tua falta, seu cretino. A única coisa que dá pra dizer neste momento é...
VALEU, ALEMÃO!
- Brisa, tu tá dirigindo?
Respondi que sim, que ela poderia falar, pois apesar de estar dirigindo, onde eu estava praticamente não tinha movimento na rua. Acertadamente, a Lu pede:
- Ah, não Brisa! Ou pára o carro ou tu me liga quando chegares.
Como eu fico muito ansioso em querer saber das notícias e não gosto dessas coisas de "depois a gente conversa", encostei o carro:
- Pronto, Lu. Pode falar.
- Brisa, o Luciano Bauermann faleceu.
Foi como se eu tivesse recebido uma porrada. Puxa, o Alemão? Mas assim, no mais? Eu fiquei sabendo umas semanas antes que ele estava internado com pneumonia lá em Fortaleza, onde ele estava morando há dois anos, já que estava fazendo mestrado em Economia. E agora esta notícia...Putz!
O Luciano que eu conheci era irriquieto, esparrento, "meio" atrapalhado, engraçado e com uma excelente índole.Quem trabalhou na Band lá pelos idos de 1995-97 se lembra dos berros que o Alemão dava quando ele era rádio-escuta. Ou quando ele "enquadrou" as até então tímidas estagiárias Alessandra Mello e Paula Coutinho e as fez dar o boletim ao vivo no microfone do estúdio. Ou quando ele travava discussões homéricas com o João Garcia, quando produzia o programa do Bola Cheia. E o Luciano discutindo futebol?
E quem não deu risada ao escutar o Luciano contar suas histórias? Entre as clássicas, estava a de quando ele trancou o tênis na escada rolante do Iguatemi e a direção do shopping teve que interditar o equipamento pra tirar o calçado trancado do Alemão. Ou o assalto que sofreu de dois pivetes que lhe tiraram os tênis em plena rua, à luz do dia, e ele teve que voltar pra casa só de meias?
E quando o Luciano viajou para morar no Ceará, enviava e-mails no melhor estilo "As Aventuras de Bauermann em crise no Nordeste". Eu me mijava de tanto rir quando ele descrevia os mosquitos que o picavam de noite:
"Pô, Brisa. Eram mosquitos marrons com as perninhas pintadas de branco. Nunca vi isso aí no Sul. Será que são da dengue?"
Pô, véio. Que sacanagem tu ter ido, assim, cara, sem pedir permissão pros teus amigos. Nós vamos sentir tua falta, seu cretino. A única coisa que dá pra dizer neste momento é...
VALEU, ALEMÃO!
sábado, setembro 09, 2006
Bah, tchê...mas que barbaridade!
Nossa. Já entramos em setembro. Estamos a pouco mais de três meses para acabar o ano. O que irá acontecer até lá?
Vamos aguardar os acontecimentos...
Vamos aguardar os acontecimentos...
segunda-feira, agosto 14, 2006
Come back
Fiquei uma semana sem postar nada, mais por preguiça do que por falta de assunto. Não é fácil a vida de blogueiro.
Deixar um blog sem post novo é o mesmo que ter um animal doméstico em casa e não lhe dar comida, mas prometo enfrentar a preguiça e corrigir isso.
Deixar um blog sem post novo é o mesmo que ter um animal doméstico em casa e não lhe dar comida, mas prometo enfrentar a preguiça e corrigir isso.
sexta-feira, agosto 04, 2006
Até que enfim, sexta-feira...
Uêbaaa!!!!!
Hoje é sexta-feiraaaaaa...
Putz!!!!
Estou de plantão amanhã e domingo...
Hoje é sexta-feiraaaaaa...
Putz!!!!
Estou de plantão amanhã e domingo...
quarta-feira, agosto 02, 2006
A máxima das atenções
Acho um saco reuniões. Sim, um saco!
Não servem pra porra nenhuma. Não resolvem, não solucionam, enfim... É só enrolação, burocracia, exibição de vaidades e muita promessa do tipo "vamos fazer, deixa que eu providencio, porque-eu-faço-eu-aconteço"...
Eu sempre procurei fugir de reuniões. Sempre que possível, eu terceirizo essa ingrata tarefa. E quando sou obrigado a ir, finjo que estou prestando a máxima das atenções, fazendo cara de sério e de muito interessado. De vez em quando, dou um sorrizinho de canto de boca quando proferem aquelas piadinhas sem graça, feitas sob medida para o diabo rir. É hipócrita, mas é verdade. E TODOS, sempre que podem, fazem isso. Eu disse TODOS.
Não consigo prestar atenção em mais de 5 minutos de uma bendita reunião. E as conversinhas laterais? Essas, quando acontecem, significa que já está um porre e se tornando inócua. E tem gente que parece adorar uma reunião. Pelo menos serve para matar o trabalho. Ou quando se atende o celular, dá para despistar um chato com um categórico "estou em reunião!".
Sim, porque se reunião fosse mesmo importante, as chefias proibiriam os "reunintes" em deixar o celular ligado. Ou as chefias orientariam todos a colocarem seus aparelhos em modo silencioso. Ficar com o celular em modo normal durante uma reunião significa que, no fundo, estamos torcendo para que alguém ligue e nos salve daquela tortura.
Não servem pra porra nenhuma. Não resolvem, não solucionam, enfim... É só enrolação, burocracia, exibição de vaidades e muita promessa do tipo "vamos fazer, deixa que eu providencio, porque-eu-faço-eu-aconteço"...
Eu sempre procurei fugir de reuniões. Sempre que possível, eu terceirizo essa ingrata tarefa. E quando sou obrigado a ir, finjo que estou prestando a máxima das atenções, fazendo cara de sério e de muito interessado. De vez em quando, dou um sorrizinho de canto de boca quando proferem aquelas piadinhas sem graça, feitas sob medida para o diabo rir. É hipócrita, mas é verdade. E TODOS, sempre que podem, fazem isso. Eu disse TODOS.
Não consigo prestar atenção em mais de 5 minutos de uma bendita reunião. E as conversinhas laterais? Essas, quando acontecem, significa que já está um porre e se tornando inócua. E tem gente que parece adorar uma reunião. Pelo menos serve para matar o trabalho. Ou quando se atende o celular, dá para despistar um chato com um categórico "estou em reunião!".
Sim, porque se reunião fosse mesmo importante, as chefias proibiriam os "reunintes" em deixar o celular ligado. Ou as chefias orientariam todos a colocarem seus aparelhos em modo silencioso. Ficar com o celular em modo normal durante uma reunião significa que, no fundo, estamos torcendo para que alguém ligue e nos salve daquela tortura.
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