sexta-feira, setembro 21, 2007

Sem pc


Bah, que crise.


Meu pc está estragado. Deu tilt no monitor, que ficou que nem as antigas tevês a válvula... O vídeo escureceu e ficou apenas um feixe luminoso no meio da tela. Holly shit!


E para completar a falta de sorte, o equipamento pifou na noite da quinta-feira passada. No dia seguinte, liguei pruns conhecidos de assistência técnica e pedi que fizessem um orçamento. Só que fiquei esperando em vão. O povo não apareceu na sexta. E como eles não trabalham sábado e domingo, fiquei o fíndi sem pc.


Na segunda, o pessoal da assistência técnica recolheu o monitor e na terça me deram o orçamento: 110 pilas pro conserto. Ok, my boy! Aprovei o serviço e fiquei sem o pc na quarta, na quinta (feriado de 20 de Setembro aqui no RS) e na sexta. Bom, terei minha máquina novamente apenas na segunda que vem.


Eu sou useiro e vezeiro de ficar sem computador às vésperas de final de semana e de feriadões. Lembro que teve um ano que o computdor foi infectado com vírus numa quinta-feira antes do carnaval e não acessava a internet de jeito nenhum. Chamei a assistência técnica e eles só me devolveram o pc dois dias depois da quarta-feira de Cinzas. Pensa que é mole?

terça-feira, setembro 11, 2007

Um tônico para o ego


Cuidado! O elogio entrou em extinção.

Infelizmente, o ato de uma pessoa expressar admiração a alguém, em função de seus dotes físicos, profissionais, artísticos ou morais está démodé. Digo isso porque é mais fácil aprender japonês em braile do que extrair elogios de outrem.

Se for na esfera profissional, então... Aí é melhor tirar o burro da chuva. Engraçado que nos ambientes militares se valoriza bastante o trabalho feito, a missão cumprida. Na época em que eu estudava no Colégio Militar, os alunos eram punidos caso não tirasse boas notas e não tivesse um bom comportamento e uma boa apresentção. No entanto, quem se destacasse positivamente também recebia elogios e premiações.

Receber um elogio, um incentivo, um estímulo, é sempre uma grande satisfação. É melhor até do que receber dinheiro. É uma verdadeira massagem no ego. No entanto, ficou fora de moda. No trabalho, é comum escutar algo como "trabalhar bem é mais do que a obrigação". Ou então: "se o trabalho foi feito errado, se critica. Se foi feito certo, não se diz nada". Ou a mais infame atitude: "não vamos elogiar porque senão se perde a motivação de melhorar".

Chefes de todo o Brasil, de todo mundo. Uni-vos. Elogiem seus subalternos. Engrandeçam o trabalho de seus subordinados. Não há nada melhor do que este afago no ego. Isso só faz bem e nos deixa com a responsabilidade de melhorar ainda mais. Podem acreditar que sim.

sexta-feira, setembro 07, 2007

O cliente da minha mãe


- Morreu o meu cliente!

Assim reagiu a minha mãe, dona Maria, na quinta-feira passada, quando eu li a notícia no jornal sobre a morte do tenor italiano Luciano Pavarotti.

Em abril de 1998, o cantor esteve em Porto Alegre para um show com Roberto Carlos, com acompanhamento da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. Pavarotti chegou dois dias antes da apresentação e ficou hospedado no antigo hotel Caesar Tower (hoje Blue Tree Tower), na Lucas de Oliveira. Minha mãe, que é esteticista e que trabalha com massagem terapêutica, na época, trabalhava nesse hotel. Entonces, não foi muito complicado, já que o estabelecimento oferecia aos hóspedes esse serviço, além de ginástica, hidroginástica, sauna, etc.

Assim, há nove anos, minha mãe afumentou as costas adiposas do cantor erudito mais pop do mundo. E lamentou a morte do cliente mais internacional que ela já teve.

segunda-feira, setembro 03, 2007

Aberta a temporada de feriadões


Oba!!!


Chegamos ao mês de setembro. Mês de transição. O inverno vai dando tchauzinho e dentro de 20 dias começará a primavera. Os dias passam a ser um pouco mais longos, já não anoitece tão cedo e o clima ameniza, não apresentando os terríveis dias friolentos e as temíveis temperaturas geladas.


E o melhor: começou a temporada de feriadões!!!


E já tem um nesta semana, o feriadão do Sete de Setembro, que cai numa sexta-feira. Na seqüência, teremos o dia da gauderiada, o 20 de setembro, que será numa quinta-feira (com uma sexta com jeito de "enforcável"). Em outubro, o feriado nacional do dia 12 cairá também numa sexta-feira, assim como o dia de Finados, em 2 de novembro. Beleza, beleza, beleza.


Ufa, há duas semanas, estou com meu coração e mente voltada para a confecção de três reportagens para uma revista que envolve os três colégios da rede metodista, o que vinha sugando meus esforços nos últimos dez dias. Entreguei meus textos na sexta-feira e agora vou recuperar meu fôlego porque nas próximas semanas passaremos a pensar em uma nova publicação. Daí porque o blog está aparentemente inativo. Mas só aparentemente. As idéias sempre fervilham na cabeça, mas até serem transpostas para a tela do computador é uma longa distância. Mas, como diriam os gringos serranos, andiamo!

sábado, agosto 25, 2007

Eu sou aquele que disse


Na década de 1980 eu escutava muito Raul Seixas. Cheguei a ter uma coleção considerável de álbuns e gravações do artista. Tempos depois, eu descobri outro maldito igualmente genial: Sérgio Sampaio (1947-1994). E foi de uma maneira interessante: eu encontrei o disco "Tem que acontecer" (1976), na discoteca da Rádio da Universidade, na época em que eu era estagiário na emissora. Pus a bolacha a rodar em um dos toca-discos e pirei com o álbum.


Até então, eu só me lembrava da música "Eu quero é botar meu bloco na rua", que o artista participou de um festival da canção, no início dos anos 70. Tempos depois eu achei na net a íntegra do álbum que Sérgio Sampaio gravou após o festival e adorei a inquietude do compositor. E destaco a música "Eu sou aquele que disse", uma pequena obra-prima. Para mais informações de Sérgio Sampaio, acesse o Dicionário de MPB, de Ricardo Cravo Albin (clique aqui).



Eu sou aquele que disse

(Sérgio Sampaio)

Eu tenho os dias contados
Um encontro marcado
E as mãos na cabeça
Eu tenho o corpo fechado
Que soltem as feras
Diante da mesa
Eu sou aquele que disse
Tanto limão pelo chão
Soltem cachorros nos parques
No pátio interno os ladrões
Cante, converse comigo
Antes que eu cresça e apareça
Mesmo eu não estando em perigo
Quero que você me aqueça

Neste inverno, ou não
Neste inferno, ou não

Aqui, meus olhos vermelhos
Meu rosto pregado
Antes que eu esqueça
Aqui, eu abro meu jogo
Não mato, não morro
Nem perco a cabeça

Eu sou aquele que disse
Tanto limão pelo chão
Soltem cachorros nos parques
No pátio interno os ladrões
Cante, converse comigo
Antes que eu cresça e apareça
Mesmo eu não estando em perigo
Quero que você me aqueça

Neste inverno, ou não
Neste inferno, ou não

Eu sou quem pede e não manda
Mantenha distância
Da minha cabeça
Eu sou quem acha e não acha
E se fala e se cala
É debaixo as mesa

Eu sou aquele que disse
Tanto limão pelo chão
Soltem cachorros nos parques
No pátio interno os ladrões
Cante, converse comigo
Antes que eu cresça e apareça
Mesmo eu não estando em perigo
Quero que você me aqueça

Neste inverno, ou não
Neste inferno, ou não

quarta-feira, agosto 22, 2007

Carroças


Um dos problemas insolucionáveis que existe em Porto Alegre é a circulação de carroças, em pleno século 21. De um tempo para cá, a situação piorou, quase beirando a calamidade.


No tempo em que a cidade era governada pelo PT (cuja administração fez a proeza que promover o emplacamento de carroças) o trânsito de veículos de tração animal era regulado. As carroças não podiam circular nas grandes avenidas entre as 8 da manhã até às 6 da tarde. A administração Fogaça chegou, faz vistas grossas e parece que há um estado de "liberou geral".


Enquanto isso, a gente observa as carroças se arrastando nas vias rápidas em plena luz do dia, a qualquer hora, forçando os pobres animais a carregarem pesos insuportáveis. O pior é quando a gente vê crianças guiando esses...vá lá... veículos. E a EPTC (Empresa Pública de Transporte e Circulação) se omitindo...
Até quando? Acho que só até o ano que vem, que é ano eleitoral...

quarta-feira, agosto 01, 2007

Que tempo bom, que não volta nunca mais


Meu amigo Nelson Furtado, ex-colega de Fabico e que mora na Alemanha, me enviou essa foto-relíquia, tirada às durante uma aula de Jornalismo.

Sempre gostei de fotografias em preto e branco. E uma imagem como essa confere uma aura de "tempos românticos", de "eu era feliz e não sabia" que eu acho bacana. Acredito que essa foto deve ter sido feita por volta de abril/maio de 1994. Portanto, às vésperas da nossa formatura, que ocorreu no dia 7 de agosto daquele ano. Pô, vamos fazer 13 anos de formados! Parece até que foi ontem...

Na foto, tem gente que eu vejo seguido, gente que eu não vejo tão seguido e outros que nunca mais eu vi. No sentido dos ponteiros do relógio:

Claudia Borges (a loira sentada na mesa): Uma das amigas mais queridas que eu tive na Fabico. Apesar do estilo femme-fatale, a Claudia sempre foi muito na dela. Paradoxalmente, seu sonho era tornar-se médica. Atualmente é repórter do Jornal do Comércio. Trabalhamos juntos no início do ano, quando eu fiz um frila de dois meses no jornal.

Inês Figueiró: (de perfil): Inês é uma relações-públicas que resolveu se tornar jornalista. Uma colega muito simpática, comunicativa e com um bom humor indomável. Poucos meses após a formatura, ela esteve na Europa e foi trabalhar no eixo Rio-São Paulo. Esteve em vários jornais, entre eles, a Gazeta Mercantil, e em algumas agências noticiosas. A última vez que eu tive notícias dela, Inezita estava trabalhando para a Revista Caras, cobrindo o universo das celebridades.

Ieda Fumagalli: O Nelson me ajudou a identificar esta colega. Ela era muito gente boa, muito solícita e participativa nas aulas. Era um pouquinho mais velha do que o grosso da turma, formada por muita gurizada.

Márcia Lerina: Uma colega estilo low-profile. Era oriunda de uma ou duas turmas anteriores à nossa (que entrou na faculdade no segundo semestre de 1990). Por essas coincidências do destino, encontrei a Márcia em Não-Me-Toque, durante uma feira agrícola, há cerca de dois anos. Ela estava cobrindo o evento para uma agência de notícias. E eu, trabalhava na assessoria de imprensa do Palácio Piratini e acompanhava o então governador Rigotto.

Ana Cristina Beheregaray: Outra das minhas colegas mais chegadas. Fizemos juntos muitos trabalhos em grupo. Tivemos muitos bate-papos nas mesas do bar da faculdade, no R.U, nas idas e vindas nos ônibus da linha São Manoel. A Ana se formou em Jornal mas não trabalhou na área. Logo em seguida, ingressou diplomada na faculdade de Letras e passou num concurso público. Faz muito tempo que não a vejo. Que saudades, Aninha!

Sylvia Santibañez: Essa chilena simpática e tranqüila estudou na Fabico graças àqueles intercâmbios com as universidades federais de outros países latinos. Aliás, a Ufrgs tinha e ainda têm muito disso: além de brasileiros, era possível encontrar nas salas de aula estudantes argentinos, chilenos, colombianos e até guatemaltecos. Pelo que eu sabia, a Sylvia tinha casado com o seu - na época - namorado brasileiro pouco depois da formatura. Não a vi mais desde então.

Paulo Gilvane: Tremenda figuraça! O Gilvane se formou na nossa turma depois de quase 10 anos de universidade. Eu o conheci numa das reuniões de formandos e fiquei irritado com aquele cara avulso que queria ditar regra na nossa colação de grau. Pouco tempo depois da formatura, acabamos trabalhando junto na Rede Band e nos tornamos bastante amigos. Junto com Denian Couto formávamos uma espécie de Irmãos Metralhas nas muitas festas que fizemos. Depois de sair da Band e trabalhar na Gaúcha, abandonou a RBS e criou um pequeno império de comunicação chamado Agência Radioweb. Eu brinco dizendo que o Paulo Gilvane é o "pequeno Cidadão Kane".

Marcelo Silva, vulgo Marcelinho: Um ótimo colega. Era assim chamado, no diminutivo, para ser diferenciado de outros tantos Marcelos que existiam na Fabico. Na nossa turma, aliás, tinha outro, o Cavalcante, carinhosamente chamado pelos colegas de Marcelo Mala. Marcelinho era bastante inteligente, dono de um aguçado senso de humor, porém, era muito tímido e introvertido. Logo após a formatura, passou num concurso público e é servidor do Estado.

Luísa Vaghetti (de cabelos curtos, sentada no computador): Também era uma figura. Uma mulher de fases. Seu humor oscilava bastante. Mas era incapaz de fazer mal a uma mosca. Quando estava de bem, Luísa era a festa em pessoa. Quando não estava tão de bem, sumia da faculdade e, quando retornava, tinha seu visual alterado, geralmente cortando os cabelos. Ávida leitora e um faro incomum para a reportagem, alguns amigos a chamavam de Lois Lane (a namorada-repórter do Super Homem). Contestadora e militante da Anistia Internacional, Luísa ainda hoje está envolvida em causas sociais na sua terra natal, Pelotas.

Paulo James (sentado, de pernas cruzadas): Um rocker! Esta era a definição do Paulinho. Músico, desde seu ingresso na faculdade, foi baterista de bandas de rock, como Os Rebeldes e, logo em seguida ajudou a fundar os Acústicos e Valvulados, grupo em que atua até hoje. Mesmo adepto do rock and roll, James (apelido em função de seu visual à la James Dean) nunca foi alienado e sempre participava ativamente das aulas.

Eu, Gerson (acocorado): Estou segurando nas mãos um exemplar da revista Goool. Eu já estava atuando na publicação como sub-editor. Na época, o editor era meu amigo e colega Marcelo Donelles Coelho (hoje na TVE). E eu ostentava com orgulho o fruto de meu primeiro trabalho assinado como profissional num veículo impresso.

Alexandre Rocha: O Rochinha foi meu colega no Colégio Militar. Apesar disso, freqüentamos poucas aulas juntos na faculdade, em virtude dele ter ingressado um semestre antes de mim, apesar de termos sido aprovados no mesmo vestibular. Alexandre enveredou para a carreira acadêmica e é professor da Universidade Federal de Santa Catarina, onde é Doutor em Semiótica. Na foto, segura um exemplar da Sextante, revista-laboratório dos alunos de Jornalismo da Fabico.

Carla Andrade: A Carla era uma das poucas colegas casadas da nossa turma. Casada e já com filhos, apesar de não ser tão mais velha que o restante da turma. Junto com a Inês, pertencia ao time de mulheres-com-voz-rouca. Passou por vários veículos, até abrir sua própria empresa de comunicação, atuando no ramo de assessoria de imprensa.

Nelson Furtado: Meu brotherzão na turma de Jornalismo. Nos primeiros semestres, eu me dava bastante com o Jairo e o Felipe, que cursavam PP. Com o Nelson, encontrei uma espécie de alma-gêmea. Tínhamos gostos parecidos com música, futebol e também por jogar conversa fora. Quando assumi como editor na Goool, convidei-o a fazer uns frilas para a revista. Até hoje nem sei se o Aveline o pagou... Quando entrei na Band, tentei levá-lo junto, mas ele já estava com planos de se mudar para a Alemanha, onde já mora há 12 anos.

Laura Glüer: Outra espécie de alma-gêmea que eu tive na Fabico. Também é capricorniana e muito inteligente. Nos tornamos amigos bem no início da faculdade. Sempre integrávamos os mesmos grupos para fazer os trabalhinhos acadêmicos. Muita amizade, almoços no R.U., no bar da Fabico, bate papos descontraídos e gostos em comum. Depois da formatura, casou-se, morou no interior, tornou-se mãe de uma menina e nos reencontramos no ano passado graças ao Orkut. É professora de Jornalismo e leciona no IPA.

Outros colegas que não estão na foto e que merecem ser citados: Fabrício Carpi Nejar (hoje um consagrado poetas, considerado um dos nomes mais fortes da nova geração literária), Géssica Trindade (atualmente, repórter de Zero Hora no Vale dos Sinos), Sylvio Sirângelo (repórter-fotográfico, funcionário do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, muito provavelmente deve ter sido ele quem bateu a foto acima), Marcelo Cavalcante (o querido "Marcelo Mala", cinegrafista e jornalista veterano), Denise Garcia (produtora cultural, é casada com o cartunista Alan Sieber. Ela tinha os cabelos longos, escorridos e pretos, da cor da asa da graúna.

Como diria o rapper Thaíde: que tempo bom, que não volta nunca mais.

terça-feira, julho 31, 2007

Meu Deus

De novo, Vanessa da Mata. E essa canção, "Meu Deus", é lindíssima. É a minha faixa preferida do disco Sim (2007).

Em ritmo de bolero, Vanessinha praticamente faz uma declaração de amor para seu homem. Pelo menos, é uma cantora que gosta do sexo oposto, ao contrário de algumas de suas colegas. E o cara para quem ela fez a música deve estar "sissi". Imagina, ser homenageado com uma composição destas e ainda escutar a voz macia e suave da moça ao pé do ouvido...




Um homem bonito assim
O que quer de mim
O que ele fará comigo?
Um homem bonito que planos
O que Deus me deu
E que ele fará com os seus
Braços de amansar desejos
Boca de beijo
Corpo de tocar
Meu coração muito tonto
Quer sair de mim

Olhos flechando meus zelos
Bem que o meu corpo já me mostrava
Tentação das mais safadas
Sem dor sem penar

Meu Deus, Ave Maria!
Se ele não é um dos Seus
Ninguém mais seria
Ninguém mais seria


Um homem bonito assim
O que quer de mim
O que ele fará comigo
Um homem bonito que planos
O que Deus me deu
E o que ele fará com os seus
Braços de arrancar desejos
Olhos de gato
Sabor de hortelã
Meu coração muito louco
Quer chegar-se em mim

Olhos flechando os meus zelos
Bem que o meu corpo já me mostrava
Conclusão das mais safadas
Sem dor sem penar

Meu Deus, Ave Maria!
Se ele não é um dos Seus
Ninguém mais seria
Ninguém mais seria

Meu Deus, Ave Maria!
Se ele não é um dos Seus
Ninguém mais seria
Ninguém mais


segunda-feira, julho 30, 2007

Boa sorte/Good luck

Esta bela música está estourada em tudo quanto é rádio. "Boa sorte/Good luck" é uma parceria virtual entre a brasileira Vanessa da Mata e o norte-americano Ben Harper. Vanessinha mostrou a canção para um dos produtores de Ben que levou para o músico em Los Angeles, que topou a missão e verteu a letra para o inglês.

A música, que fala de separação, é bem melancólica (e direta, até). Os versos iniciais dão a pista de que não tem conversa: é só isso/ não tem mais jeito/ acabou, boa sorte. Além da guitarra de Ben (que a toca sentado, com o instrumento em seu colo), o arranjo conta com o auxílio luxuoso do baterista Sly Dunbar e do contrabaixista Robbie Shakespeare (a cozinha mais poderosa da música jamaicana).

No CD Sim, lançado este ano por Vanessa da Mata, ela e Ben puseram a voz em estúdios diferentes, separados por milhares de quilômetros. Já o clipe foi gravado em L.A. (of course, man!). E em algumas cenas aparecem o encontro (desta vez real) entre os dois.



É só isso
Não tem mais jeito
Acabou, boa sorte
Não tenho o que dizer
São só palavras
E o que eu sinto
Não mudará

Tudo o que quer me dar
É demais
É pesado
Não há paz
Tudo o que quer de mim
Irreais
Expectativas
Desleais

That’s it
There is no way
It over, Good luck
I have nothing left to say
It’s only words
And what l feel
Won’t change

Everything you want to give me
It too much
It’s heavy
There is no peace
All you want from me
Is’nt real
Expectations

Tudo o que quer me dar
É demais
É pesado
Não há paz
Tudo o que quer de mim
Irreais
Expectativas
Desleais

Mesmo, se segure
Quero que se cure
Dessa pessoa
Que o aconselha
Há um desencontro
Veja por esse ponto
Há tantas pessoas especiais

Now even if you hold yourself
I want you to get cured
From this person
Who poisoned you
There is a disconnection
See through this point of view
There are so many special people in the world
so many special people in the world in the world
All you want
All you want

Tudo o que quer me dar /Everything you want to give me
É demais / It too much
É pesado / It’s heavy
Não há paz / There is no peace
Tudo o que quer de mim / All you want from me
Irreais/ is’nt real
Expectativas / Expectations
Desleais

Now were Falling into the night
Um bom encontro é de dois

sábado, julho 28, 2007

Não tem cara de tiozão

Música bem-humorada, da fictícia banda The Uncles, para o comercial de um tremendo carrão...

Mas só tiozão mesmo teria uns 70 pilas pra comprar este bólido. Mas sem dúvida, o Sentra, da Nissan, "acelerou meu coração".

Musa do Pan


Que Maurren Maggi nada! Que Marta (da Seleção de futebol feminino) nada! A musa dos Jogos Pan-americanos não esteve em nenhuma delegação, não correu, não saltou, nem suou. Não disputou nenhuma medalha e sequer esteve na Arena Olímpica do Rio.

Cristiane Dias foi, sem dúvida, a melhor coisa da cobertura televisiva do Pan 2007. Os boletins noturnos da competição, apresentados pela jornalista e levados ao ar sempre depois do Jornal da Globo e antes do Programa do Jô, foram um show de competência e de charme!

A guria é gaúcha, daqui de Porto Alegre, tem 26 anos, e mora há oito na Cidade Maravilhosa, onde se formou pela Faculdade Hélio Alonso (Facha). Atualmente, co-apresenta o Esporte Espetacular, aos domingos pela manhã.

sexta-feira, julho 27, 2007

Hard working man


Olha aí o negrão refestelado junto com seus colegas da assessoria do IPA. A foto foi tirada no Colégio Americano.

No sentido horário (acima): Carlos Ismael (de braços cruzados), Alex, Carol, Diéli, Vanessa, Aline e Fernando.

quinta-feira, julho 26, 2007

O Astronauta

Adoro esta música...



Roberto Carlos
O astronauta
autores: Edson Ribeiro e Helena dos Santos

Não tenho mais nenhuma razão
Pra continuar vivendo assim
Não posso mais olhar tanta tristeza
Por isso não vou mais ficar aqui
O mundo que eu queria não é esse
O mundo é só de sonhos

Bombas que caem jato que passa
Gente que olha o céu de fumaça
Meu amor não sei por onde anda
Será que os amores já morreram ?
Um astronauta eu queria ser
Pra ficar sempre no espaço

E desligar os controles
Da nave espacial
E pra ficar pra sempre
No espaço sideral
Não vou voltar
Pra terra não, não, não vou voltar


quarta-feira, julho 25, 2007

Bah, nem falei do Pan...



Nossa!!!

Os últimos dias estão sendo complicados em nosso país. A tragédia da queda do avião da TAM no dia 17 de julho obscureceu fatos que tinham tudo para ocupar ininterruptamente todas as manchetes de jornais e rodas de bate-papo até o final do mês, como os Jogos Pan-Americanos Rio 2007. Com isso, o escândalo envolvendo as contas do senador Renan Calheiros foi posto para quinto, sexto ou sétimo plano, já que TAM, Pan, caos aéreo, morte de ACM e até o incêndio no Shopping Total aqui em Porto Alegre tomaram conta das discussões dos últimos dias.

Mas a maior festa esportiva das Américas ainda está acontecendo e, até o próximo domingo, ainda vamos conviver com boletins diários, pódios, ranking de medalhas, quebra de recordes e o ufanismo de Galvão Bueno gritando ÉÉÉÉÉ DOOO BRAAAASIIIIL, se esgoelando a plenos pulmões.

O mascotinho Cauê é bem engraçadinho e, como diria minha afilhada Camile, de três aninhos, o "bonecrinho" é um desenho "muito fofo". No entanto, a organização do Pan Rio 2007 ainda terá que explicar porque a competição estava orçada em R$ 250 milhões e acabou custando mais de R$ 3,5 bi!!!!

Mas é isso aí. Tudo em nome da alegria, tudo em nome do amor... E segue a torcida para ganharmos muitas medalhas e cantarmos o Hino Nacional tantas quantas vezes for possível. Afinal, durante eventos como Copa do Mundo, Olimpíadas, Jogos Pan (e até Grande Prêmio de Fórmula 1) são momentos em que nunca fomos tão brasileiros.

sexta-feira, julho 20, 2007

Amigo é coisa pra se guardar do lado esquerdo do peito


Hoje é o dia do amigo.


Me parece que a origem da data é controversa. A versão mais difundida é de que um argentino escolheu o dia 20 de julho (data em que o homem pisou na Lua, em 1969) escolha porque não considerou a conquista não somente uma vitória científica, como também uma oportunidade de se fazer amigos em outras partes do universo(!) Assim, durante um ano, o cara divulgou o lema "meu amigo é meu mestre, meu discípulo e meu companheiro". A data foi estabelecida por decreto na Argentina em 1979. Gradativamente, outros países adotaram o dia 20 de julho como Dia do Amigo.

Na verdade, todos os dias são propícios para as amizades, e nossos amigos devem ser lembrados todos os dias. Mesmo assim, eu desejo a todos meus amigos queridos, neste dia 20 de julho, um feliz Dia do Amigo!


A amizade é uma coisa sagrada e o combustível emocional desta vida. Muito obrigado por vocês existirem, estarem na minha vida e me ajudarem a "agüentar o tirão"!!


Um abraço aos queridos e um beijão nas queridas!!

...


188 vítimas no maior acidente da aviação brasileira. 188 minutos de silêncio...

quarta-feira, julho 11, 2007

Funk do choque do Lasier

Primeiro, enviaram por e-mail.

Depois, publicaram no YouTube.

E não é que agora transformaram a história do choque que o apresentador de tevê Lasier Martins tomou no ar, em plena transmissão ao vivo do Jornal do Almoço direto da Festa da Uva, em um animado funk? Eu não me agüentei de tanto rir.

Mas a cara de "the show must go on" que a Cristina Ranzolin faz no final é impagável... Hay-haaay!!

quinta-feira, julho 05, 2007

Quero ser feliz também

Adoro essa música.

E curto muito o jeitão riponga e a atitude pacifista do Natiruts. Uma das bandas surgidas no final dos anos 90 e que ainda estão por aí e que têm mensagem e muita competência no som. E mais do que nunca, eu "quero ser feliz também"!!

Quero ser feliz também
(Alexandre)

Cresça, independente do que aconteça
Eu não quero que você esqueça
Que eu gosto muito de você

Chego e sinto o gosto do teu beijo
É muito mais do que desejo
Me dá vontade de ficar
Teu olhar
É forte como água do mar
Vem me dar novo sentido pra viver
Encantar a noite

Eu quero ser feliz também
Navegar nas águas do teu mar
Desejar para tudo o que vem
Flores brancas, paz e Iemanjá


Cresça, independente do que aconteça
Eu não quero que você esqueça
Que eu gosto muito de você

Chego e sinto o gosto do teu beijo
É muito mais do que desejo
Dá vontade de ficar
Teu olhar
É forte como água do mar
Vem me dar novo sentido pra viver
Encantar a noite

Eu quero ser feliz também
Navegar nas águas do teu mar
Desejar para tudo o que vem
Flores brancas, paz e Iemanjá
(2x)





Intolerância nos tempos de cólera...

Ainda me causa engulhos aquelas pichações com insultos racistas contra a implementação de cotas raciais que emporcalharam os muros e as calçadas nos arredores do Campus Central da Ufrgs nos últimos dias do mês de junho. Meu Deus!

Já não bastasse a insegurança e a impunidade, agora estamos vítimas também da intolerância!

Tudo isso porque o debate a respeito das ações afirmativas não é qualificado. A maioria das opiniões que leio, vejo e escuto e que se mostram contrários à medida mudam o foco sobre a discussão, sempre cantando o mesmo refrão de que “as cotas têm que ser sociais e não raciais”, chegando ao requinte de questionar “por que elaborar cotas apenas para os negros e não para as outras etnias”? Ou o discurso surrado de que “é preciso melhorar a educação no Brasil e dar acesso à população ao ensino básico”. Ok, mas isso, na prática, só empurra o problema com a barriga e não se resolve nem uma coisa nem outra.

No Brasil, as cotas são realidade em 16 universidades federais e em mais 19 universidades estaduais de Ensino Superior. E o Rio Grande do Sul, estado mais caucasiano do país, nesse aspecto, vem se caracterizando pelo atraso. A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), que deveria ter votado as cotas em junho, cancelou a reunião e ainda não estabeleceu nova data. Na Fundação Universidade Federal do Rio Grande (Furg), a discussão não deve ocorrer neste ano. A Universidade Federal de Pelotas (UFPel) não iniciou o debate.

Eu ainda quero escutar de algum filósofo, historiador, atropólogo ou intelectual que explique porque conflitos raciais acontecem nas regiões do ponto cardeal sul. O que é que tem esse tal de sul? É o sul dos Estados Unidos, África do Sul, sul do Brasil...

Se eu não encontrar ninguém que me responda isso eu mesmo pesquisar esse assunto que renderia teses e até livros.










sábado, junho 30, 2007

Da série "Por que eu queria ser Denzel Washington"...



...porque é um excelente ator;
...porque é um baita ator;
...porque, além de um puta ator, é irmão;
...porque deu essa bela "carcada" na Julia Roberts!!!

"Fala sério. Que mané oscar o quê! Troféu de verdade é este de vestido preto e de cabelos ruivos que eu tô agarrando pela cintura..."