sexta-feira, março 08, 2019

CV Gerson


GERSON DE LIMA BRISOLARA______________

 


Curriculum Vitae________________________


Data Nascimento: 05/01/1970 (49 anos)
Rua Nove de Junho, 107 aptº 202 – Partenon – Porto Alegre – RS
(51) 99122-3272
gersonbrisolara@gmail.com
Fenaj MTb 7.966

 

 

SOBRE MIM:

 

Profissional responsável, criativo, experiente, com 24 anos de atuação na área de Comunicação Social e Organizacional, Educação Corporativa e Assessoria no Governo do Estado.

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL:


RÁDIO

* 2017 ~ atual – RÁDIO REAÇÃO FM – Apresentação e produção do programa radiofônico “Bandeira do Samba”, voltado ao carnaval e manifestações populares; Comentarista do Carnaval de Porto Alegre no ano de 2019.

* 2010 ~ atual – ULBRA TV: apresentação, produção e roteirização de videoaulas para os cursos de Educação a Distância, gravação em estúdio, locução de offs, reportagem, produção de conteúdo para o telejornal da emissora.
* 2017 ~ 2019 – RÁDIO SALDANHA Apresentação e produção do programa radiofônico “Bandeira do Samba”, voltado ao carnaval e manifestações populares; Comentarista do Carnaval de Porto Alegre nos anos de 2017 e 2018.


* 2007 ~ 2010 – REDE METODISTA DE EDUCAÇÃO DO SUL (assessoria de imprensa): pautas e assuntos referentes ao Centro Universitário Metodista IPA, acompanhamento de entrevistas, elaboração de releases, supervisão de estagiários, produção de textos para os veículos impressos e para o portal online da Instituição.

* 2009 ~ 2010 – TV PAMPA: produtor executivo, auxiliar de produção e locutor/apresentador/animador nos programas jornalísticos da emissora.

* 2003 ~ 2007 – GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL (assessoria de imprensa): coordenador do Estúdio de Rádio do Palácio Piratini, gravação de boletins, redação e produção de programas, transmissões externas, redação de releases.

* 2000 ~ 2003 – JORNAL DO COMÉRCIO: reportagem editoria de Geral e Política.

* 1994 ~ 2001 – REDE BANDEIRANTES DE RÁDIO (Rádios Bandeirantes AM, Bandeirantes FM e Ipanema FM): redação, reportagem, apresentação e produção de programas jornalísticos; apresentação, reportagem e comentarista nas transmissões do Carnaval de Porto Alegre feitas pela emissora; reportagem e produção na cobertura das eleições municipais feitas pela emissora; apoio à Rede Bandeirantes de Rádio, em nível nacional.

* 1996 ~ 1997 – RÁDIO GUAÍBA AM: redação de programas noticiosos; cobertura das eleições municipais como repórter.

* 1991 ~ 1994 – RÁDIO DA UNIVERSIDADE (estágio): nas funções de redator, produtor e repórter.




OUTROS:



* 2011: elaboração de textos para os encartes dos feirões de carros do Liquida Porto Alegre, Batalha de Gigantes e Duelo de Titãs, promovidos pela empresa Love Car, que circulou no jornal Zero Hora no ano de 2011.

* 2010: assessoria de imprensa durante campanha eleitoral prestada através da Uffizi. Produção de releases, captação de imagens (fotos), acompanhamento em debates de rádio e tevê; apoio na elaboração da agenda dos candidatos.

* 2010: AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DA AIDS (www.agenciaaids.com.br) – repórter freelance, cobertura do 1º Encontro Nacional de Assessorias Jurídicas e Controle Social da Saúde.

* 2010: REVISTA ANÁLISE REGIONAL – repórter freelance.

* 2010: FIEMA BRASIL – FEIRA INTERNACIONAL DE TECNOLOGIA PARA O MEIO AMBIENTE – BENTO GONÇALVES: Assessoria de imprensa, cobertura do evento, produção de releases, elaboração de textos para o site da Feira, assessoramento aos jornalistas que acompanharam o evento.

* 2007 ~ 2008: INFORMATIVO AGCO FINANCE, jornalista responsável pela publicação da unidade de negócios do Banco De Lage Landen Brasil, especializada em agronegócios na rede de concessionárias da Massey Ferguson e da Valtra.

* 2003 – REVISTA CONEXÃO NEGRA, publicação da ONG Centro Ecumênico de Cultura Negra (Cecune). Função: jornalista responsável.

* 1994 – REVISTA GOOOL: edição, pautas e reportagem.




FORMAÇÃO ACADÊMICA:


Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo
Universidade Federal do Rio Grande do Sul UFRGS
Faculdade de Bibliotecnomia e Comunicação
Formado em agosto de 1994.

HABILIDADES:



→ Redes Sociais
→ Redação
→ Fotografia
→ Locução

terça-feira, setembro 04, 2018

A "sutil arte"...


Estou bem propenso a ler esse livro*...


* O segundo livro mais vendido no Brasil nos meses de abril, maio e junho de 2018, de acordo com o ranking mensal do portal Publishnews.

segunda-feira, setembro 03, 2018

Crônica de uma tragédia anunciada





Um país que queima literalmente a sua história. Triste demais: sem educação, sem democracia e sem história. O gráfico do orçamento para o Museu Nacional, no Rio de Janeiro,  nos últimos anos (já fartamente divulgado pela imprensa desde ontem), mostra claramente que o conhecimento não é prioridade para o governo federal.

Todo aquele patrimônio adquirido desde os tempos de D.Pedro II, destruído, incluindo as únicas múmias egípcias em um museu na América Latina. Nem no Egito, havia tamanha relíquia egípcia.

Agora vão ser só lembranças. O fogo que arrasou com o Museu Nacional e 200 anos da nossa história é mais um reflexo do nosso descaso com a cultura. Nem os partidos que se dizem “novidade” são diferentes nessa área. A cultura neste país sempre foi considerada algo "menor", supérfluo, algo que não é prioridade. O descaso destrói o patrimônio e a história de um povo.

E nesse caso do Museu Nacional, onde o fogo lambeu todo um relicário da nossa história, infelizmente, temos que parafrasear um samba antigo, dos compositores Bide e Marçal, cujos versos diziam: “agora é cinza, tudo acabado e nada mais”.



sexta-feira, novembro 20, 2015

Dia da Consciência Negra

Se existe um dia da consciência negra, um dia da mulher ou um dia do índio, é porque, como diria Caetano, "alguma coisa está fora da ordem", algo está muito errado.

Acho impressionante quando vejo pessoas quererem ainda desqualificar o dia 20 de novembro, data escolhida pelos movimentos negros para exaltarmos a afrodescendência e referendarmos a unidade de luta pela liberdade de informação, manifestação religiosa e cultural. Consciência negra é buscar maior participação e cidadania para os afro-brasileiros e dizer não ao racismo, à discriminação e ao preconceito racial.

Muitos racistas tentam se opor ao 20 de novembro e todo esse ativismo por uma consciência dos afro-brasileiros. São muito bonitas frases como "alma não tem cor" ou "todos somos iguais" ou, ainda, "precisamos de uma consciência humana". Isso qualquer um sabe ou deveria saber. No entanto, esse discurso é muito cômodo para quem não é atingido por overdoses maciças e cotidianas de preconceito, discriminação, ódio e intolerância.

E dê-lhe exigir boa aparência para o candidato a uma vaga de emprego, ser contra as cotas, destruir terreiros, escorraçar imigrantes e refugiados africanos e caribenhos, perseguir candidatas negras em concursos de beleza, chamar desportistas de macacos, postar comentários raivosos sobre famosos nas redes sociais, se recusar a ser atendido por comerciantes negros, expulsar crianças negras de lojas de grife, exterminar jovens negros, dar tiros durante uma passeata de mulheres negras, entre outras situações injuriosas.

Se existe um dia de consciência negra não é porque queremos, e sim, porque se faz necessário.

quarta-feira, junho 03, 2015

Cotas...já deu!!!

E o programa Encontro, da Fátima Bernardes, volta a discutir o manjado e batido tema das "cotas"...

Sério, não aguento mais esses papinhos. Esse debate sobre cota já "deu". As cotas - ou políticas de ações afirmativas - existem, quer se gostem delas ou não, e continuarão a ser implementadas (afinal, como dizia um samba da Beija-Flor, "a liberdade já raiou, mas a igualdade não") e não há mais possibilidade de retrocesso. Ponto.

Aí fala-se na questão do mérito. Mérito? É um discurso bonito e até comovente, mas... no Brasil, ninguém ascende socialmente sozinho, somente pelos próprios méritos. Se não tiver uma estrutura econômica básica, família organizada, relacionamentos, o máximo que se chega é até o meio do caminho. Quer estudar medicina mas só chega a auxiliar de enfermagem; quer ser economista mas acaba sendo técnico de contabilidade... Aqui é assim.

E o mais engraçado é que tem cota pra tanta coisa (vaga para mulheres em partido político para concorrer em eleição; vaga para deficiente em concurso público e transporte coletivo; vaga para filho de militar em escola militar), mas quando se quer promover a igualdade de oportunidade para afrodescendentes, aí as cotas passam a ser "sociais", que até podem resolver o problema do POBRE, mas não resolvem a questão do NEGRO. Impressionante como o negro no Brasil ainda é visto como um "problema".

sexta-feira, setembro 05, 2014

Momento errado



O episódio da torcedora Patrícia Moreira, que foi flagrada pelas câmeras de televisão nas arquibancadas da Arena do Grêmio, proferindo ofensas racistas contra o goleiro Aranha, durante o jogo entre Grêmio e Santos, no dia 28 de agosto, válido pela Copa do Brasil, me lembra aqueles casos dos tempos de colégio em bancar o maria-vai-com-as-outras.

O que aconteceu com a guria é bem o que ocorre diariamente nas salas de aula do país inteiro: se o Fulano está fazendo, vou fazer também... A turma está uma tremenda bagunça, o professor aparentemente perdeu o controle, os aluninhos fazendo a maior laúza, com gritos, assobios, lançamento de aviõezinhos e bolinhas de papel. Aí, um aluno que tira notas medianas e que não é do mal e nem bagunceiro, inventa de "ir na onda", dá um berro ou solta uma gracinha infeliz, pensando que seu ato ficaria encoberto naquele furdunço. Eis que magicamente o barulho cessa, o professor se vira e surpreende o bagunceiro pouca-prática, que é punido exemplarmente com a expulsão da sala ou até uma suspensão, e é avisado que só retornará à escola se estiver acompanhado do pai ou responsável.

Não sou psicólogo, mas isso talvez algum profissional do ramo possa explicar melhor do que eu. A atitude de pessoas pacíficas muitas vezes são regidas pelo grupo no qual está inserido do que pelo indivíduo em si. Patricia xingou o goleiro de "macaco" porque “entrou na onda” da torcida, que já gritava a palavra depreciativa. Isso por si só não justifica as ofensas ditas pela moça durante a partida.

O pecado dessa azarada torcedora, assim como o do estudante aprendiz de bagunceiro, foi "ter ido na onda" e abrir a boca no momento errado.